A internet via satélite pode chegar ao seu celular sem antena extra. Starlink no celular: quando chega ao Brasil, como funciona e quais modelos são compatíveis https://www.bra1.com.br/683874 Siga o BRA 1 para não perder nada. #starlink #celular #quando #notícias
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou, em julho de 2026, os testes no Brasil da tecnologia Direct to Cell, da Starlink, que permite a conexão de celulares convencionais diretamente a satélites de órbita baixa, sem necessidade de antena externa. Na mesma semana, a Vivo confirmou negociações com a SpaceX, dona da Starlink, para oferecer o serviço aos seus clientes. A iniciativa promete ampliar a cobertura móvel para áreas rurais, rodovias e regiões de floresta, onde a infraestrutura terrestre é escassa ou inexistente.
A autorização ocorre em um momento em que o Brasil busca reduzir a lacuna de conectividade em regiões remotas. De acordo com o CartaCapital, grande parte do território nacional ainda carece de cobertura móvel de alta velocidade, especialmente na Amazônia e no interior do Nordeste. A tecnologia da Starlink é vista como uma alternativa para preencher essa lacuna, mas ainda não há data oficial de lançamento comercial no país. O Canaltech alertou que a espera pode ser mais longa do que muitos imaginam, devido a barreiras regulatórias e técnicas.
- Testes da conexão direta entre celular e satélite Starlink foram autorizados pela Anatel no Brasil.
- A Vivo negocia parceria com a Starlink para disponibilizar o serviço aos seus clientes.
- Não há data oficial de lançamento; analistas estimam que a espera pode ser longa, como aponta o Canaltech.
- Ainda não foi divulgada a lista oficial de celulares compatíveis com a tecnologia Direct to Cell.
- O serviço promete levar conectividade a áreas sem cobertura 5G ou rede terrestre, com base em informações do CPG Click Petróleo e Gás.
O interesse da SpaceX no mercado brasileiro ganhou força em julho de 2026, quando a Anatel autorizou os testes com satélites de órbita baixa. A proposta é usar a constelação da Starlink, já empregada na internet residencial, para transmitir sinal diretamente a aparelhos celulares convencionais. Segundo a Exame, o sistema permite que aparelhos comuns recebam sinal de satélite sem equipamentos extras ou antenas dedicadas. A tecnologia opera em faixas de frequência autorizadas pela agência reguladora para os testes em curso.
Os testes autorizados envolvem a transmissão de dados em áreas de difícil acesso, com foco inicial em mensagens de texto e chamadas de voz, conforme destacou o CPG Click Petróleo e Gás. A expectativa é que, em fases posteriores, o serviço suporte navegação na internet, embora a velocidade deva ser inferior à das redes 5G terrestres. A SpaceX já realiza iniciativas semelhantes nos Estados Unidos, em parceria com operadoras locais. No Brasil, a Vivo aparece como a operadora mais avançada nas negociações, como noticiaram a Showmetech e o Seu Crédito Digital.
A parceria entre Vivo e Starlink, se concretizada, pode definir o modelo de negócio no país. Caso o acordo seja fechado, os clientes da operadora poderão acessar a rede satelital como uma extensão da cobertura móvel, sem cobrança adicional em planos premium ou com pagamento por uso, de acordo com o Seu Crédito Digital. A Vivo ainda não divulgou detalhes oficiais sobre valores ou prazos. O CartaCapital, em 22 de julho, levantou questionamentos sobre quando o serviço vai funcionar no Brasil e quem terá acesso.
A Anatel ainda não divulgou o cronograma completo de liberação da frequência, o que mantém a data de lançamento incerta. O Canaltech reforçou que a complexidade técnica envolve a sincronização entre satélites em movimento e celulares em solo, exigindo testes rigorosos antes da operação comercial. Além disso, a agência reguladora exige que a SpaceX cumpra requisitos de interoperabilidade com as redes existentes e garanta que a nova tecnologia não cause interferências em serviços já estabelecidos. Esse processo pode levar meses.
Como funciona a conexão direta ao satélite
A conexão direta ao celular utiliza os satélites da constelação Starlink, que orbitam a Terra a baixa altitude, para enviar sinais compatíveis com os padrões das redes móveis terrestres. De acordo com a Exame, o sistema permite que aparelhos comuns recebam sinal de satélite sem necessidade de equipamentos extras ou antenas dedicadas. A tecnologia opera em faixas de frequência autorizadas pela Anatel para os testes em curso. O foco inicial é garantir mensagens de texto e chamadas de voz em áreas remotas.
A expectativa é que, em fases posteriores, o serviço suporte navegação na internet, embora a velocidade deva ser inferior à das redes 5G terrestres. A SpaceX, por meio da Starlink, já realiza iniciativas semelhantes nos Estados Unidos, em parceria com operadoras locais. No Brasil, os testes autorizados pela Anatel, citados pelo CPG Click Petróleo e Gás, envolvem a transmissão de dados em áreas de difícil acesso. A proposta é usar satélites de órbita baixa, já empregados na internet residencial da Starlink, para transmitir sinal diretamente a aparelhos celulares convencionais.
Modelos compatíveis e a parceria com a Vivo
Nenhuma das fontes consultadas apresenta uma lista oficial de modelos compatíveis com o Direct to Cell. O Canaltech, em matéria de 4 de agosto de 2026, indicou que a compatibilidade será restrita a aparelhos mais recentes, com suporte a determinadas bandas de frequência, mas sem citar nomes específicos. A tendência, segundo o veículo, é que smartphones lançados a partir de 2025 estejam aptos, desde que integrem os chipsets necessários para a comunicação via satélite. Não há confirmação de que modelos populares no Brasil, como os da linha Galaxy ou iPhone, já estejam habilitados para o recurso.
A parceria entre Vivo e Starlink, noticiada pela Showmetech e pelo Seu Crédito Digital, pode definir o modelo de negócio no país. Caso o acordo seja fechado, os clientes da operadora poderão acessar a rede satelital como uma extensão da cobertura móvel, sem cobrança adicional em planos premium ou com pagamento por uso. A Vivo ainda não divulgou detalhes oficiais sobre valores ou prazos, conforme as fontes consultadas. No exterior, a Starlink já testou a conexão com modelos como iPhone e aparelhos Android de gama alta, mas não há confirmação para o mercado brasileiro.
Impacto para a conectividade no Brasil
O Brasil possui vastas áreas sem cobertura de redes móveis, especialmente na Amazônia e no interior do Nordeste. A chegada da Starlink Direct to Cell, portanto, é vista como uma solução para reduzir essa lacuna, como aponta o CartaCapital. No entanto, o custo do serviço e a necessidade de aparelhos compatíveis podem limitar o acesso inicial a usuários com aparelhos mais recentes. Dados da própria Anatel, citados indiretamente nas reportagens, mostram que grande parte do território nacional ainda carece de cobertura móvel de alta velocidade.
Embora a Vivo seja a operadora mais avançada nas negociações, outras empresas podem buscar acordos semelhantes, conforme o mercado de telecomunicações se adapta à concorrência via satélite. A Anatel ainda não divulgou o cronograma completo de liberação da frequência, o que mantém a data de lançamento incerta. Se aprovada, a parceria com a Vivo representaria um avanço significativo para a inclusão digital no Brasil, levando conectividade a comunidades isoladas na Amazônia, no Cerrado e em áreas de fronteira. A tecnologia poderia preencher essa lacuna, mas ainda é cedo para estimativas de alcance.
Enquanto o serviço não é lançado, os consumidores que desejarem usar a Starlink no celular precisam aguardar novas comunicações oficiais da SpaceX e da Vivo. O CartaCapital questionou quem poderá usufruir da novidade, e especialistas citados na matéria sugerem que o serviço pode ser oferecido inicialmente como um complemento aos planos de telefonia existentes, sem substituir completamente as redes 4G e 5G. O próximo passo envolve a conclusão dos testes com a Anatel e o fechamento do acordo entre Vivo e Starlink, seguido da divulgação dos aparelhos compatíveis e do modelo comercial. As operadoras concorrentes também podem buscar acordos semelhantes, pressionando o mercado por soluções inovadoras em conectividade.



