11 de setembro de 2026

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Herança de Erasmo Carlos vira caos com desaparecimento de testamento não registrado

Variedades Herança 11/09/2026 10:30 Coluna Gente, Revista Veja hugogloss.uol.com.br

Minuta de testamento de Erasmo Carlos desaparece do escritório e complica disputa milionária entre viúva e filhos pela herança de 15 milhões de reais

O sumiço do documento complica a divisão da fortuna do cantor

A luta pela herança de Erasmo Carlos ficou mais complicada porque um rascunho de testamento do cantor sumiu do seu escritório. Segundo a coluna GENTE, da revista Veja, o papel não foi registrado em cartório, mas estava guardado no local de trabalho do artista. Hoje, nem a viúva ni os filhos sabem dizer com certeza onde a folha está hoje.

Esse rascunho (ou minuta) poderia ajudar a mostrar a vontade real do cantor na hora de dividir o patrimônio. Ele foi feito enquanto Erasmo ainda estava vivo, mas nunca virou um documento oficial com validade em juízo. Com a perda do item, a briga sobre o que ele gostaria de deixar para trás ganhou novo conflito.

  • Documentos não registrados em cartório não têm força legal total, mas servem como referência de intenção.
  • A fortuna estimada do cantor é de cerca de R$ 15 milhões, incluindo imóveis e direitos autorais.
  • O testamento sumiu do escritório do artista, gerando desconfiança entre as partes.
  • A viúva e os filhos travam uma batalha judicial intensa desde 2022.
  • Ninguém afirma saber onde está a minuta do testamento hoje.

Familiares disputam a partilha do espólio de R$ 15 milhões

Na discussão jurídica, a viúva, Fernanda Esteves, se opõe aos filhos do músico, Leonardo e Gil Esteves. Desde a morte do cantor, em novembro de 2022, a família vive um conflito em tribunais. O foco é definir corretamente a divisão de tudo que ele deixou: casas, investimentos de dinheiro e ganhos de direitos sobre músicas e livros.

Como a minuta não era um documento público ou oficial, ela funcionava como prova de intenção, não de lei. Essa falta de registro torna difícil provar judicialmente o que estava escrito nela. A ausência do registro dificulta qualquer tentativa de usar esse papo como prova definitiva na ação em andamento.

O valor de R$ 15 milhões é uma estimativa e não foi confirmado oficialmente. Por isso, a pressão de ambas as partes busca garantir o que julgam ser o correto. A falta do documento torna o caso ainda mais tenso e prolongado no tempo.