Entenda como a disposição de aprender, desaprender e reaprender pode manter negócios em crescimento, mesmo após atingir o sucesso.
Por que a tecnologia sem mudança de mentalidade pode ser dinheiro jogado fora
Enquanto empresas aceleram os investimentos em Inteligência Artificial, o desafio continua sendo ignorado: de pouco adianta comprar tecnologia se quem toma as decisões não está disposto a rever crenças, processos e modelos que funcionaram no passado.
João Kepler, CVO da Bossa Invest e autor de 'O coração ensinável' (Citadel Editora), sugere que inovação não é apenas questão de tecnologia, mas de mentalidade. Em entrevista, ele destaca que lideranças que acreditam saber tudo já estão em risco quando o crescimento depende de aprender sempre. Para empresas com faturamento elevado, o maior risco pode estar justamente na resistência a mudar e na crença de que já se sabe a resposta.
Kepler fala sobre por que investir em IA não garante inovação, como o ego pode travar a transformação, e como empresas tradicionais podem aprender com startups sem copiar modelos ou tecnologias prontas. Ele alerta para o perigo da frase 'sempre fizemos assim' em um mercado que muda rápido e ressalta a importância de criar uma cultura onde líderes e equipes têm liberdade para questionar, testar e ajustar rotas.
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Conto com você, Gabriela
Resumo rápido
- Inovação vai além de tecnologia; depende de mentalidade aberta
- O ego e a confiança excessiva podem frear transformações
- Aprender com startups requer cultura de aprendizado, não apenas copiar técnicas
- Frases como 'sempre fizemos assim' são perigosas em mercados dinâmicos
- Como estruturar uma cultura que permita questionar, testar e mudar de rota

O que diferencia profissionais e empresas que continuam evoluindo daqueles que estagnam após alcançarem resultados expressivos



