10 de agosto de 2026

??ºC Tempo São Paulo - SP São Paulo - SP
??ºC Tempo Rio de Janeiro - RJ Rio de Janeiro - RJ
??ºC Tempo Salvador - BA Salvador - BA

Print não é prova: entenda os limites das capturas de tela

Tecnologia 10/08/2026 16:19 Agência Blue Chip

A Verifact, empresa especializada em provas digitais, alerta que prints de conversas e publicações podem não ser aceitos como prova na Justiça. Durante o SEST SENAT Summit 2026, a CEO mostrou como a tecnologia pode garantir a validade jurídica das evidências digitais.

Fazer um print de uma conversa, publicação em rede social ou página da internet parece uma forma simples de guardar uma informação. O problema é que muitas pessoas só descobrem que a captura de tela pode não ser suficiente quando precisam utilizar aquele conteúdo em um processo judicial.

Esse foi um dos principais pontos abordados por Regina Acutu, CEO da Verifact, empresa de tecnologia brasileira especializada na captura e preservação de provas digitais com validade jurídica, durante o SEST SENAT Summit 2026, realizado nesta semana, no Teatro Santander, em São Paulo (SP). Em sua 4ª edição, o evento teve como tema "Os novos futuros da liderança digital" e reuniu executivos e especialistas para discutir inovação, tecnologia e gestão no setor de transporte.

  • Prints podem ser alterados e não garantem a autenticidade da informação.
  • A Verifact desenvolveu uma plataforma que preserva evidências digitais de forma íntegra e confiável.
  • A tecnologia é usada por empresas como a Viação Garcia e órgãos públicos como o Ministério Público Federal.
  • O SEST SENAT Summit 2026 discutiu liderança digital e inovação no transporte.
  • A Verifact é a única ferramenta no Brasil em conformidade com os requisitos técnicos da Justiça para coleta de evidências digitais.

A Verifact foi uma das quatro empresas de tecnologia convidadas para apresentar soluções ao público do evento. Durante sua apresentação, a executiva mostrou como a produção e a preservação de evidências digitais vêm apoiando empresas diante do aumento de informações produzidas em redes sociais, aplicativos de mensagens, e-mails e outros ambientes digitais.

"À medida que as empresas aceleram sua transformação digital, cresce também a necessidade de garantir que informações relevantes possam ser preservadas de forma íntegra e tecnicamente confiável. Hoje, produzir uma evidência digital com validade jurídica deixou de ser apenas uma necessidade do departamento jurídico e passou a fazer parte da estratégia de gestão de riscos das organizações", afirma Regina Acutu.

Segundo a executiva, a tecnologia permite registrar conteúdos digitais com integridade, rastreabilidade e validade jurídica, contribuindo para investigações internas, processos trabalhistas, auditorias, apuração de denúncias e demais situações que exigem documentação confiável dos fatos.

Entre as empresas do setor que utilizam a plataforma está a Viação Garcia, que adota a tecnologia da Verifact para dar mais celeridade na coleta de provas digitais nos mais diversos casos.

Além do setor privado, a solução também é utilizada por órgãos públicos, como o Ministério Público Federal, Tribunais de Justiça e outras instituições que atuam em contextos que exigem elevado rigor técnico na produção de evidências. Um estudo da Academia de Forense Digital (AFD) apontou a Verifact como a única ferramenta no Brasil em conformidade com os requisitos técnicos exigidos pela Justiça para a coleta de evidências digitais.

A participação da Verifact no SEST SENAT Summit reforça o papel das evidências digitais como aliadas da transformação tecnológica das empresas, contribuindo para tornar mais ágeis a apuração de fatos, a gestão de riscos e a condução de processos com segurança jurídica.

Sobre a Verifact

A Verifact é uma empresa de tecnologia brasileira especializada na captura e preservação de provas digitais com validade jurídica. Fundada em 2019, a companhia desenvolveu uma plataforma que transforma conteúdo da internet como publicações em redes sociais, aplicativos de mensagens, e-mails e páginas da web em evidências para uso judicial. Por meio de um ambiente isolado e controlado, a solução garante a coleta técnica e a preservação da cadeia de custódia, em conformidade com a ISO 27037 e com princípios previstos no Código de Processo Penal.