13 de julho de 2026

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Como simplificar a integração digital nas empresas

Tecnologia Integração 13/07/2026 09:34 Jorge Seiti, Head de Desenvolvimento de Negócios da Deutsche Telekom Global Business Solutions

Empresas de todos os setores enfrentam desafios para conectar suas operações, mas adotar um único integrador de tecnologia pode simplificar o processo, reduzir custos e melhorar a segurança. A Deutsche Telekom mostra como a centralização de serviços de conectividade ajuda a resolver problemas de forma mais rápida e eficiente.

Independente do setor, cada vez mais as empresas precisam conectar várias operações. A agroindústria, por exemplo, tem o desafio de adotar soluções IoT e M2M (máquina para máquina) em suas fazendas, conectar fábricas, escritórios, operações de logística terrestre e terminais marítimos no Brasil e, em alguns casos, até em outros países.

  • Ter um único integrador de tecnologia simplifica o controle de custos e melhora a consistência dos serviços.
  • A centralização de contratos, cobranças e suporte reduz a complexidade da gestão.
  • Com um único fornecedor, é mais fácil resolver problemas de conexão, pois a causa raiz é identificada mais rapidamente.
  • A segurança da rede é melhorada com políticas de acesso padronizadas e monitoramento unificado.
  • Empresas que crescem geograficamente ou digitalmente ganham mais eficiência com um parceiro único.

O que já é um trabalho complexo de implantação e manutenção, por envolver diferentes soluções como fibra óptica, 4G/LTE, 5G e conexão via satélite, pode ser ainda mais difícil conforme o número de integradores aumenta, e cada um é responsável por uma operação.

Uma forma de simplificar o processo e aumentar a eficiência operacional é adotar um integrador centralizado. Essa metodologia, de ter uma operadora que atua como integrador, torna o controle de custos mais fácil e melhora a consistência nos serviços prestados por meio da centralização de contratos, cobranças, suporte, faturamento e monitoramento.

O desenvolvimento da parceria também propicia à operadora uma melhor compreensão dos objetivos de negócio, da infraestrutura do cliente, seus padrões de uso e planos de crescimento. Portanto, fica mais fácil saber quais infraestruturas e serviços precisam de múltiplas redundâncias por gerarem impacto aos negócios ou estarem em regiões onde há maior instabilidade causada por problemas ambientais.

Segurança, escalabilidade e resiliência

A resolução de problemas é um dos principais benefícios ao se optar por um único integrador. Quando várias operadoras conectam diferentes instalações, qualquer processo para solucionar um problema pode ser lento devido às responsabilidades compartilhadas e à dificuldade de encontrar a causa raiz. Com um único operador, é possível ter a visualização de ponta a ponta, o que possibilita acelerar o diagnóstico e a coordenação para a resolução do problema fica mais simples.

Um único integrador possibilita melhorar a supervisão sobre o acordo de nível de serviço (SLA) e a segurança da rede, pois permite ter consistência nas políticas de acesso, nos requisitos de conformidade e padronização no monitoramento do tráfego e na gestão de riscos. Os gestores podem visualizar de forma clara como seus colaboradores usam a conexão, saber se dispositivos externos são conectados e solicitar relatórios de uso para prevenir riscos jurídicos e cibernéticos.

À medida que as empresas expandem geograficamente ou digitalmente, um único fornecedor pode oferecer suporte a implantações padronizadas em escritórios, filiais e equipes remotas com mais eficiência. Já quando se tem múltiplos fornecedores, aumentam as chances de ocorrerem fragmentações e silos com conexões que não são gerenciadas por SD-WAN (rede de longa distância definida por software), o que gera problemas no tráfego de informações e nas redundâncias de conexões.

Parceria é diferente de dependência

A integração de soluções de conexão, quando bem executada, possibilita melhorar a experiência de usuários e clientes, por meio de uma conexão resiliente, suporte consistente e melhor desempenho das soluções usadas no ambiente produtivo.

No caso dos serviços de conexão de operações distribuídas em um país de dimensões continentais como o Brasil, há um outro desafio. Em alguns locais do país, uma operadora pode ter uma boa área de cobertura e oferecer soluções de conectividade fixa e móvel, mas isso pode não acontecer em outros estados onde outra empresa domina a infraestrutura fixa e móvel.

Por isso, antes de adotar a estratégia de um único integrador, as empresas precisam checar se a operadora é agnóstica e tem múltiplos parceiros de tecnologia e conectividade, que permitam aplicar a melhor solução, independente de onde esteja localizada a operação que precisa ser conectada.