Empresas de todos os setores enfrentam desafios para conectar suas operações, mas adotar um único integrador de tecnologia pode simplificar o processo, reduzir custos e melhorar a segurança. A Deutsche Telekom mostra como a centralização de serviços de conectividade ajuda a resolver problemas de forma mais rápida e eficiente.
Independente do setor, cada vez mais as empresas precisam conectar várias operações. A agroindústria, por exemplo, tem o desafio de adotar soluções IoT e M2M (máquina para máquina) em suas fazendas, conectar fábricas, escritórios, operações de logística terrestre e terminais marítimos no Brasil e, em alguns casos, até em outros países.
- Ter um único integrador de tecnologia simplifica o controle de custos e melhora a consistência dos serviços.
- A centralização de contratos, cobranças e suporte reduz a complexidade da gestão.
- Com um único fornecedor, é mais fácil resolver problemas de conexão, pois a causa raiz é identificada mais rapidamente.
- A segurança da rede é melhorada com políticas de acesso padronizadas e monitoramento unificado.
- Empresas que crescem geograficamente ou digitalmente ganham mais eficiência com um parceiro único.
O que já é um trabalho complexo de implantação e manutenção, por envolver diferentes soluções como fibra óptica, 4G/LTE, 5G e conexão via satélite, pode ser ainda mais difícil conforme o número de integradores aumenta, e cada um é responsável por uma operação.
Uma forma de simplificar o processo e aumentar a eficiência operacional é adotar um integrador centralizado. Essa metodologia, de ter uma operadora que atua como integrador, torna o controle de custos mais fácil e melhora a consistência nos serviços prestados por meio da centralização de contratos, cobranças, suporte, faturamento e monitoramento.
O desenvolvimento da parceria também propicia à operadora uma melhor compreensão dos objetivos de negócio, da infraestrutura do cliente, seus padrões de uso e planos de crescimento. Portanto, fica mais fácil saber quais infraestruturas e serviços precisam de múltiplas redundâncias por gerarem impacto aos negócios ou estarem em regiões onde há maior instabilidade causada por problemas ambientais.
Segurança, escalabilidade e resiliência
A resolução de problemas é um dos principais benefícios ao se optar por um único integrador. Quando várias operadoras conectam diferentes instalações, qualquer processo para solucionar um problema pode ser lento devido às responsabilidades compartilhadas e à dificuldade de encontrar a causa raiz. Com um único operador, é possível ter a visualização de ponta a ponta, o que possibilita acelerar o diagnóstico e a coordenação para a resolução do problema fica mais simples.
Um único integrador possibilita melhorar a supervisão sobre o acordo de nível de serviço (SLA) e a segurança da rede, pois permite ter consistência nas políticas de acesso, nos requisitos de conformidade e padronização no monitoramento do tráfego e na gestão de riscos. Os gestores podem visualizar de forma clara como seus colaboradores usam a conexão, saber se dispositivos externos são conectados e solicitar relatórios de uso para prevenir riscos jurídicos e cibernéticos.
À medida que as empresas expandem geograficamente ou digitalmente, um único fornecedor pode oferecer suporte a implantações padronizadas em escritórios, filiais e equipes remotas com mais eficiência. Já quando se tem múltiplos fornecedores, aumentam as chances de ocorrerem fragmentações e silos com conexões que não são gerenciadas por SD-WAN (rede de longa distância definida por software), o que gera problemas no tráfego de informações e nas redundâncias de conexões.
Parceria é diferente de dependência
A integração de soluções de conexão, quando bem executada, possibilita melhorar a experiência de usuários e clientes, por meio de uma conexão resiliente, suporte consistente e melhor desempenho das soluções usadas no ambiente produtivo.
No caso dos serviços de conexão de operações distribuídas em um país de dimensões continentais como o Brasil, há um outro desafio. Em alguns locais do país, uma operadora pode ter uma boa área de cobertura e oferecer soluções de conectividade fixa e móvel, mas isso pode não acontecer em outros estados onde outra empresa domina a infraestrutura fixa e móvel.
Por isso, antes de adotar a estratégia de um único integrador, as empresas precisam checar se a operadora é agnóstica e tem múltiplos parceiros de tecnologia e conectividade, que permitam aplicar a melhor solução, independente de onde esteja localizada a operação que precisa ser conectada.

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