Mais de 2,7 mil entidades empresariais assinam manifesto cobrando do Supremo Tribunal Federal transparência e decisões urgentes diante da crise institucional; presidente Alfredo Cotait Neto coloca-se à disposição da imprensa.
São Paulo, setembro de 2026. O Sistema do Associativismo assinou um manifesto perante a crise atual no Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alfredo Cotait Neto, está à disposição para conceder entrevistas sobre o tema.
O documento, intitulado "Manifesto à Nação Brasileira", foi assinado por mais de 2.700 entidades empresariais que representam cerca de 90% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O texto é assinado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CACB) e pela ACSP, pedindo que a corte máxima do país seja mais transparente e responda rapidamente às questões institucionais.
- O manifesto reúne 2.700 entidades ligadas ao PIB nacional.
- ACSP e CACB são as principais signatárias do documento.
- Exige-se exame público e urgente do STF sobre a crise.
- Alfredo Cotait Neto oferece-se para dar explicações à imprensa.
- O texto defende que ninguém está acima da lei.
Nenhuma lei acima da ordem jurídica
O Brasil enfrenta uma crise institucional de extrema gravidade. O epicentro desse problema é a Corte de Justiça, à qual a Constituição confia a última palavra. Não se trata de um ruído passageiro, mas de um desafio sério para o país.
Não existe Estado de Direito sem juízes acima de qualquer dúvida. A autoridade de um tribunal não vem apenas do cargo ou da toga. Ela depende da imparcialidade, da transparência e do exemplo given pelos magistrados. Se a legitimidade do tribunal é questionada, a segurança jurídica e a confiança nas instituições ficam em risco.
O Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição. Porém, nenhum guardião está isento de prestar contas. Quem julga toda a Nação deve seguir com o mesmo rigor as regras do Direito, da Sociedade e da História. A mesma Constituição que protege a corte exige julgamentos justos e transparentes.
Exigência de resposta imediata
A Sociedade Brasileira exige que o Plenário do STF examine os fatos em sessão pública. A decisão deve ser tomada com absoluta urgência, sem desculpas e sem favorecimentos. A resposta esperada pela nação não pode ter prazo de espera. Cada dia de silêncio aumenta a desconfiança nas instituições.
O País já venceu crises profundas no passado. Em todas essas ocasiões, saiu mais forte porque houve cidadãos que se recusaram a ficar em silêncio. O manifesto conclama que ninguém, absolutamente ninguém, está acima da LEI. O apelo final é: NÃO SE CALE. FAÇA A DIFERENÇA! A assinatura pode ser feita no site manifestoanacao.com.br.

Divulgação / ACSP


