26 de agosto de 2026

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Caiado chama Lula de grande agiota e comenta endividamento do brasileiro

Política Politica 26/08/2026 11:46 Estadão Conteúdo noticiasaominuto.com.br

Caiado criticou juros altos e afirmou que o governo incentiva o uso do FGTS para pagar o agiota; ainda defende que despesas públicas sejam limitadas a 50% do crescimento do PIB.

O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de "agiota" ao se referir ao programa Desenrola Brasil e ao endividamento do brasileiro. As declarações ocorreram na noite de terça-feira, 25, durante a sabatina do Jornal Nacional, da TV Globo.

"Quando ele fala no Desenrola, ele é que te enrolou. O Lula é que te enrolou. O Lula passou a ser o grande agiota no Brasil", afirmou. Caiado criticou o patamar alto dos juros e disse que o governo estimula o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para "pagar o agiota".

O candidato também reiterou que vai limitar as despesas públicas a 50% do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), sem informar quais gastos serão cortados.

"O mercado todo vai saber: agora sim tem um presidente que tem comando do País, tem um presidente que tem palavra cumprida", disse Caiado. "Vai baixar 100%, vai para 6% a taxa de juros e para 3% a inflação. Isso não é milagre, o Temer já fez."

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O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de "agiota", ao se referir ao programa Desenrola Brasil e ao endividamento do brasileiro. As declarações ocorreram na noite da terça-feira, 25, durante a sabatina do Jornal Nacional, da TV Globo.

"Quando ele fala no Desenrola, ele é que te enrolou. O Lula é que te enrolou. O Lula passou a ser o grande agiota no Brasil", declarou. Caiado criticou o patamar alto dos juros e afirmou que o governo estimula o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para "pagar o agiota".

O candidato também reiterou que vai limitar as despesas públicas a 50% do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), sem informar quais gastos vai cortar.

"O mercado todo vai saber: agora sim tem um presidente que tem comando do País, tem um presidente que tem palavra cumprida", declarou. "Vai baixar 100%, vai para 6% a taxa de juros e para 3% a inflação. Isso não é milagre, o (Michel) Temer fez."

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