Saiba como votar fora da sua cidade nas eleições de outubro. Pedido deve ser feito até hoje pela internet ou cartório.
O prazo para pedir o voto em trânsito termina nesta quinta-feira (20). O voto em trânsito permite que o eleitor vote fora da sua cidade no dia da eleição. O pedido pode ser feito pela internet, no site do TSE, ou nos cartórios eleitorais de todo o país.
Para pedir pela internet, o eleitor deve acessar a página do TSE, clicar em 'Fazer transferência temporária do local de votação', preencher os dados e escolher um local de votação com vagas disponíveis. No cartório, basta levar um documento oficial com foto.
- O voto em trânsito é para quem vai estar fora da sua cidade no dia da eleição.
- Ele está disponível nas capitais e em cidades com mais de 100 mil eleitores.
- Se a pessoa votar em outra cidade do mesmo estado, pode votar para todos os cargos.
- Se for para outro estado, só pode votar para presidente.
- Quem não comparecer deve justificar a ausência pelo aplicativo e-Título.
Regras
O eleitor que optar pelo voto em trânsito deve conhecer as regras. O benefício é válido nas capitais e municípios com mais de 100 mil eleitores. Quem estiver em uma cidade do mesmo estado pode votar para todos os cargos: deputado federal, estadual, distrital, governador, senador e presidente. Já se a cidade for em outro estado, só pode votar para presidente.
É possível pedir voto em trânsito para cidades diferentes em cada turno. Mudanças ou cancelamentos podem ser feitos até hoje, 20 de agosto. Depois disso, não dá mais para alterar. Quem não comparecer deve justificar a ausência pelo e-Título.
Exterior
Quem mora no exterior e está de passagem pelo Brasil também pode votar em trânsito, mas só para presidente. Quem tem título no Brasil e estiver fora do país no dia da votação não pode votar.
Eleições
O primeiro turno é no dia 4 de outubro, com eleição para deputados, governadores, senadores e presidente. O segundo turno é dia 25 de outubro, se houver, para governador e presidente, quando nenhum candidato passar de 50% dos votos válidos.

Valter Campanato/Agência Brasil


