Na manhã desta quinta-feira (13), jovens do MST e do Levante Popular da Juventude fizeram um protesto em frente à Embaixada dos Estados Unidos em Brasília. Eles criticaram a política imperialista do governo norte-americano e a indústria de guerra dos EUA, que é a maior fornecedora de armas do mundo. O protesto lembrou também as mortes de milhares de pessoas em conflitos como na Faixa de Gaza, na Venezuela e no Irã.
Na manhã desta quinta-feira (13), a juventude do MST e do Levante Popular da Juventude realizaram uma intervenção na Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, para denunciar os impactos da política imperialista do governo norte-americano.
Portando cartazes com a mensagem Indústria da Guerra dos EUA = mortes, fome e destruição da natureza, os militantes denunciaram que os EUA são responsáveis por cerca de 42% das exportações globais de armas para mais de 100 países (Sipri 2019-2023), dominando o ranking do mercado internacional de armamentos pesados.
- Os EUA são o maior fornecedor de armas do mundo, com 42% das exportações globais.
- O protesto lembrou as mortes de mais de 73 mil pessoas em Gaza, incluindo 21 mil crianças.
- Também foram citadas as 100 mortes na Venezuela e 3.500 no Irã.
- A manifestação foi parte da 17ª Jornada Nacional da Juventude Sem Terra.
- O ato ocorreu no ano centenário de Fidel Castro.
Os EUA são um dos maiores fornecedores de armas a Israel, que assassinou mais de 73 mil pessoas na Faixa de Gaza, na Palestina, sendo pelo menos 21 mil crianças, e mais de 173 mil ficaram feridas. A ganância do presidente Trump pelo poder imperialista também deixou 100 mortos no ataque contra a soberania da Venezuela, além de ceifar a vida de mais de 3.500 pessoas no Irã.
Assim, a juventude organizada protesta contra a indústria bélica e a política imperialista dos EUA, grandes responsáveis pela morte de milhares de pessoas, pela guerra, pela fome e por bloqueios e sanções criminosas contra os povos da América Latina e do mundo.
Defendendo o direito à vida, a natureza, a paz e a soberania dos povos, com uma superação desta sociedade na construção do socialismo e da emancipação humana afirmam os militantes. A ação integra a 17ª Jornada Nacional da Juventude Sem Terra no marco do ano centenário de Fidel Castro.

Jovens do MST e Levante Popular da Juventude em protesto


