03 de julho de 2026

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Michelle Bolsonaro elogia programa do governo Lula após críticas ao filho

Política Educação 03/07/2026 15:30 Jovem Pan jovempan.com.br

A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, parabenizou o governo Lula por um novo programa de educação para surdos, mostrando apoio a uma iniciativa federal mesmo após divergências políticas com seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro.

Depois de ter opiniões diferentes com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro usou suas redes sociais nesta sexta-feira (3) para elogiar uma ação do governo Lula (PT). Na publicação, ela comemorou o lançamento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos, apresentada pelo Ministério da Educação (MEC).

Michelle disse que essa nova política, que transforma a educação bilíngue em uma modalidade separada da Educação Especial, dá mais independência e poder de escolha para a comunidade surda. Para ela, a medida é a realização de um projeto que busca maior acessibilidade e mais chances para essas pessoas.

  • Michelle Bolsonaro apoiou um programa do governo Lula, mostrando que pode concordar com ações do atual presidente.
  • A nova política cria um modelo de ensino separado para surdos, com aulas em Libras e português.
  • O programa quer oferecer mais materiais e professores preparados para alunos surdos em todo o Brasil.
  • Atualmente, apenas 12% das escolas têm materiais adequados em Libras e poucos professores são treinados.
  • A iniciativa busca aumentar o número de estudantes surdos que conseguem terminar os estudos com qualidade.

O que é a nova política de educação para surdos

O programa do governo federal quer melhorar o acesso, a permanência e o aprendizado de estudantes surdos no país. Dados do MEC mostram que, hoje, só 12% das redes de ensino têm materiais escolares adequados em Libras e apenas 2.501 professores têm formação continuada em educação bilíngue para esse público.

Os desafios atuais na educação de surdos

O levantamento do ministério também revela que provas no formato VídeoLibras são usadas por apenas 1,31% dos estudantes. A nova política busca resolver a falta de apoio especializado e a pouca oferta de cursos de pedagogia bilíngue no país.