O vereador Rafael Ranalli, de Cuiabá, criticou a decisão da Justiça do Rio de Janeiro que deu perdão judicial à professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto em 2022. Ele disse que a sentença foi um erro e foi motivada por ideologia. O caso gerou revolta nas redes sociais e em todo o Brasil.
A decisão que concedeu perdão judicial à professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, repercutiu até Mato Grosso e provocou reação do vereador policial federal Rafael Ranalli (PL), presidente da Comissão da Criança e do Adolescente da Câmara de Cuiabá.
- O perdão judicial foi dado à mãe de Henry Borel, que era acusada de omissão.
- O vereador Rafael Ranalli ficou indignado e gravou um vídeo criticando a decisão.
- Ele disse que a Justiça errou ao dar esse perdão e que agiu por ideologia.
- O caso Henry Borel chocou o Brasil e gerou muita comoção e revolta.
- O ex-vereador Dr. Jairinho foi condenado a mais de 43 anos de prisão pela morte do menino.
Em vídeo gravado, Ranalli afirmou que recebeu a notícia com indignação e classificou a decisão como um erro da Justiça. Segundo ele, Monique teve participação por omissão e negligência no caso que chocou o país.
"Não poderia deixar de expressar meu repúdio e indignação aos fatos de ontem, o perdão judicial à mãe do menino Henry Borel", declarou.
O parlamentar também criticou os fundamentos utilizados pela magistrada responsável pela sentença. Sem citar diretamente o conteúdo da decisão, Ranalli afirmou que a Justiça estaria sendo influenciada por posicionamentos ideológicos.
"Infelizmente, a nossa Justiça agindo com ideologia, carregando bandeiras progressistas para embasar uma decisão que indignou todo o cidadão brasileiro de bem", disse.
Durante a manifestação, o vereador afirmou ainda que espera uma revisão da decisão e voltou a defender punição à mãe da criança.
"Espera-se que seja revisto, que seja feita justiça por essa criança", completou.
Entenda melhor o caso Henry Borel
O caso voltou ao centro do debate nacional após o encerramento do julgamento que condenou o ex-vereador Dr. Jairinho a mais de 43 anos de prisão pela morte de Henry Borel. No mesmo julgamento, os jurados afastaram a acusação de homicídio doloso contra Monique Medeiros, que recebeu perdão judicial concedido pela juíza responsável pelo caso.
A decisão gerou manifestações contrárias em todo o país, especialmente nas redes sociais, onde o caso continua sendo um dos episódios criminais de maior repercussão da história recente do Brasil.

Ranalli - IPE


