13 de outubro de 2026

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Polícia deflagra operação contra fraude de mais de R$ 32 milhões com notas falsas em Salvador

Polícia Fraude 15/09/2026 09:05 Redação / Bahia Notícias bahianoticias.com.br Salvador BA

A Polícia Civil da Bahia prendeu suspeitos de criar duplicatas falsas para enganar fundos de investimento, gerando prejuízo de R$ 15 milhões e resultando em bloqueio de bens no valor de R$ 15 milhões.

A Polícia Civil da Bahia iniciou, nesta terça-feira (15), a Operação Sem Lastro em Salvador. O foco da ação é investigar um grupo suspeito de praticar fraudes financeiras. Os criminosos criavam e vendiam duplicatas falsas.

Estes documentos financeiros simulavam dívidas de empresas. No entanto, na realidade, essas empresas não haviam vendido produtos feito nenhum dos serviços indicados nos títulos.

  • Operação mirou grupo suspeito de criar duplicatas falsas em Salvador.
  • Mais de mil documentos falsos foram identificados pela polícia.
  • O esquema envolvia fundos de investimento enganados.
  • O prejuízo já confirmado ultrapassa a marca de R$ 15 milhões.
  • Bens no valor de até R$ 15 milhões foram bloqueados judicialmente.

A operação policial cumpriu ordens de prisão contra os responsáveis. Também foram executados mandados de busca e apreensão.

Justiça determinou a indisponibilidade de bens móveis e imóveis. O valor total estimado dos bloqueios chega a R$ 15 milhões.

Como funcionava o esquema de fraude

Segundo dados da investigação, os suspeitos fabricavam as duplicatas. Em seguida, negociavam esses papéis com fundos de investimento.

Os investidores acreditavam estar comprando dívidas reais. A polícia encontrou mais de mil duplicatas falsas.

Mais de 200 empresas apareciam nos documentos. Elas pareciam ser as responsáveis pelos pagamentos. Na prática, não realizaram as operações comerciais apontadas.

Valores e manobras dos criminosos

Os títulos fraudados somam mais de R$ 32 milhões. O prejuízo comprovado até agora passa de R$ 15 milhões.

Para sustentar o esquema, os investigados pagavam algumas das dívidas. Eles usavam recursos próprios para quitá-las.

Essa manobra dava aparência de legalidade aos papéis. Com isso, os títulos eram renovados.

Novos valores eram obtidos junto aos fundos de investimento. A estratégia criava um ciclo de engodo.

Objetivos da operação policial

As medidas contra os bens servem para impedi-lo transferir ou esconder riqueza. A ação busca garantir fundos para ressarcir as vítimas.

A Operação Sem Lastro é conduzida pelo Departamento de Polícia Metropolitana. Conhecido pela sigla DEPOM, o órgão atua em Salvador.