11 de julho de 2026

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Jovem preso no Galeão com canetas para emagrecer sem autorização

Polícia Contrabando 11/07/2026 14:11 Polícia Federal extra.globo.com

A Polícia Federal prendeu um jovem de 20 anos no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, depois que ele desembarcou com 40 canetas de emagrecimento ilegais na bagagem. Os medicamentos, que têm a substância Tirzepatida (usada no remédio Mounjaro), não tinham documentos de importação. O rapaz foi preso em flagrante e vai responder por crimes de contrabando e importação irregular de remédios, o que é considerado crime hediondo por causa do risco à saúde pública.

A Polícia Federal prendeu um homem no Aeroporto Internacional Tom Jobim - Galeão, Zona Norte do Rio, suspeito de contrabando de medicamentos irregulares. O jovem, de 20 anos, foi detido em flagrante após desembarcar de um voo vindo de Foz do Iguaçu, no Paraná, com 40 ampolas de canetas de emagrecimento em sua mala despachada.

  • O jovem desembarcou no Rio com 40 canetas de emagrecimento ilegais na mala.
  • Os medicamentos continham Tirzepatida, a substância principal do remédio Mounjaro.
  • Ele não tinha nenhum documento para provar que a importação era regular.
  • A prisão aconteceu durante uma fiscalização de rotina no Aeroporto do Galeão.
  • O crime é considerado hediondo por colocar a saúde pública em risco.

O que aconteceu no aeroporto

O jovem estava em conexão na capital fluminense, com destino a Palmas, no Tocantins, quando foi preso durante fiscalização de rotina.

O que foi encontrado na bagagem

Na bagagem, os policiais federais encontraram os frascos com Tirzepatida, principal ativo do Mounjaro. A substância serve para tratar pessoas com diabetes tipo 2, obesidade ou problemas de saúde relacionados ao peso.

Prisão e acusações

Ao ser questionado pela Polícia Federal sobre a origem dos remédios, o homem não apresentou a documentação exigida para a importação regular do produto, o que resultou em sua prisão em flagrante.

Segundo a PF, o jovem vai responder pelos crimes de contrabando e importação irregular de medicamentos sem registro no órgão de vigilância competente, conduta que configura crime hediondo devido ao risco à saúde pública.