O Ministério Público da Bahia, junto com a Secretaria de Administração Penitenciária, a Polícia Civil e a Segurança Pública, fez uma grande operação para combater o crime organizado dentro das prisões. A ação investiga grupos que traficam drogas, armas e se comunicam com criminosos soltos, e já bloqueou bens dos envolvidos.
O Ministério Público do Estado da Bahia, em ação integrada com a Seap, SSP e Polícia Civil da Bahia, iniciou, na manhã desta sexta-feira (3), a operação Sintonia de Gravata, voltada ao combate de facções criminosas que atuam dentro do sistema prisional.
A investigação apura a atuação de grupos envolvidos com tráfico de drogas, circulação de armas de fogo e a comunicação entre integrantes presos e pessoas em liberdade. Também estão sendo adotadas medidas de bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados.
- Esta operação faz parte de uma ação nacional coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC).
- Mais de 100 profissionais, entre promotores, servidores e policiais, estão participando da operação.
- O foco principal é desmontar a comunicação entre presos e criminosos soltos, que muitas vezes comandam o tráfico de dentro da cadeia.
- A operação já está bloqueando bens e dinheiro dos suspeitos, para impedir que continuem lucrando com o crime.
- O nome Sintonia de Gravata é uma referência à forma como os criminosos se comunicam, usando códigos e estratégias para escapar da fiscalização.
A operação integra uma mobilização nacional coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), do Ministério Público brasileiro, e mobilizou mais de 100 profissionais, entre promotores de Justiça, servidores e forças de segurança.

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