A polícia prendeu oito advogados na Bahia. Eles são suspeitos de ajudar facções criminosas dentro dos presídios, facilitando a entrada de armas e outros itens proibidos. A operação foi feita em várias cidades do estado.
A Operação Sintonia de Gravata teve como alvo mais sete advogados, investigados por relação e associação com facções que atuam em presídios da Bahia. Inicialmente, só um profissional teria sido preso na ação efetuada na manhã desta sexta-feira (3).
- Oito advogados foram presos, e não apenas um como se pensava no começo.
- Eles são suspeitos de facilitar a entrada de armas e outros itens proibidos nas prisões.
- A investigação apura ligação com tráfico de drogas e comunicação entre presos e pessoas do lado de fora.
- Os presos foram encontrados em Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Serrinha, Barreiras e Feira de Santana.
- A operação é nacional e envolve mais de 100 profissionais da segurança e do Ministério Público.
No entanto, segundo informações da TV Bahia, o número subiu, totalizando oito advogados presos. Eles são investigados por facilitar a entrada de itens e também o acesso a armas em unidades prisionais baianas.
A investigação apura a associação dos presos com tráfico de drogas, circulação de armas de fogo e a comunicação entre integrantes presos e pessoas em liberdade. Estão sendo adotadas medidas de bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados.
Os presos foram encontrados em Salvador, Camaçari e Lauro de Freitas, na Região Metropolitana. Além disso, a ação ocorre ainda em Serrinha, Barreiras e Feira de Santana.
A Operação
O Ministério Público do Estado da Bahia, em ação integrada com a Seap, SSP e Polícia Civil da Bahia, deflagrou, na manhã desta sexta-feira, dia 3, a operação Sintonia de Gravata, voltada ao enfrentamento de facções criminosas com atuação no sistema prisional.
A investigação apura a atuação de grupos envolvidos com tráfico de drogas, circulação de armas de fogo e a comunicação entre integrantes presos e pessoas em liberdade. Também estão sendo adotadas medidas de bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados.
A operação integra uma mobilização nacional coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), do Ministério Público brasileiro, e mobiliza mais de 100 profissionais entre promotores de Justiça, servidores e forças de segurança.

Foto: Divulgação


