03 de julho de 2026

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Polícia prende oito advogados suspeitos de ajudar facções em presídios da Bahia

Polícia Facção 03/07/2026 09:00 Redação - Bahia Notícias bahianoticias.com.br

A polícia prendeu oito advogados na Bahia. Eles são suspeitos de ajudar facções criminosas dentro dos presídios, facilitando a entrada de armas e outros itens proibidos. A operação foi feita em várias cidades do estado.

A Operação Sintonia de Gravata teve como alvo mais sete advogados, investigados por relação e associação com facções que atuam em presídios da Bahia. Inicialmente, só um profissional teria sido preso na ação efetuada na manhã desta sexta-feira (3).

  • Oito advogados foram presos, e não apenas um como se pensava no começo.
  • Eles são suspeitos de facilitar a entrada de armas e outros itens proibidos nas prisões.
  • A investigação apura ligação com tráfico de drogas e comunicação entre presos e pessoas do lado de fora.
  • Os presos foram encontrados em Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Serrinha, Barreiras e Feira de Santana.
  • A operação é nacional e envolve mais de 100 profissionais da segurança e do Ministério Público.

No entanto, segundo informações da TV Bahia, o número subiu, totalizando oito advogados presos. Eles são investigados por facilitar a entrada de itens e também o acesso a armas em unidades prisionais baianas.

A investigação apura a associação dos presos com tráfico de drogas, circulação de armas de fogo e a comunicação entre integrantes presos e pessoas em liberdade. Estão sendo adotadas medidas de bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados.

Os presos foram encontrados em Salvador, Camaçari e Lauro de Freitas, na Região Metropolitana. Além disso, a ação ocorre ainda em Serrinha, Barreiras e Feira de Santana.

A Operação

O Ministério Público do Estado da Bahia, em ação integrada com a Seap, SSP e Polícia Civil da Bahia, deflagrou, na manhã desta sexta-feira, dia 3, a operação Sintonia de Gravata, voltada ao enfrentamento de facções criminosas com atuação no sistema prisional.

A investigação apura a atuação de grupos envolvidos com tráfico de drogas, circulação de armas de fogo e a comunicação entre integrantes presos e pessoas em liberdade. Também estão sendo adotadas medidas de bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados.

A operação integra uma mobilização nacional coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), do Ministério Público brasileiro, e mobiliza mais de 100 profissionais entre promotores de Justiça, servidores e forças de segurança.