02 de julho de 2026

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Promotoria abre operação contra desvio de dinheiro da saúde em Eunápolis

Polícia Desvio 02/07/2026 10:18 Redação Bahia Notícias bahianoticias.com.br

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) iniciou uma operação para investigar um esquema que pode ter desviado dinheiro do Hospital Geral de Eunápolis. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, e materiais como computadores e celulares foram recolhidos para análise.

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) realizou, na manhã desta quinta-feira (2), a Operação Parasita para investigar um suposto esquema de desvio de dinheiro público destinado à gestão do Hospital Geral de Eunápolis (HGE), no extremo sul do estado. Durante a ação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão autorizados pela Vara Criminal da Comarca de Eunápolis.

  • A operação é chamada de Parasita porque o grupo suspeito agia como um parasita, tirando dinheiro da saúde pública para benefício próprio.
  • Foram apreendidos notebooks, celulares, um tablet e documentos que podem ajudar a encontrar outros envolvidos no esquema.
  • A investigação apura fraudes em contratos, notas fiscais com valores inflados e ocultação da origem do dinheiro desviado.
  • A operação foi feita pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco Sul) e pela 3ª Promotoria de Justiça de Eunápolis.
  • O caso está em segredo de Justiça, e novas investigações podem surgir a partir da análise do material apreendido.

Segundo o MP-BA, a investigação apura a atuação de um grupo criminoso suspeito de fraudar contratos, emitir notas fiscais com valores muito acima do real, desviar dinheiro público e esconder a origem dos recursos obtidos de forma ilegal.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos notebooks, celulares, um tablet e documentos que serão analisados no decorrer das investigações. De acordo com o órgão, o material pode ajudar a identificar outros possíveis envolvidos.

Como o esquema funcionava

A operação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco Sul) e pela 3ª Promotoria de Justiça de Eunápolis.

Segundo os promotores responsáveis pelo caso, as medidas cautelares tiveram como objetivo preservar provas e garantir o andamento das investigações. O procedimento segue sob segredo de Justiça e novas diligências poderão ser realizadas a partir da análise do material apreendido.

O nome Operação Parasita, conforme o MP-BA, faz referência ao suposto modo de atuação do grupo investigado, que teria se apropriado indevidamente de recursos destinados à saúde pública em benefício de interesses particulares.