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07 de junho de 2026

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Funcionário da Câmara é pego com maconha pela polícia em MT

Polícia Drogas 07/06/2026 16:24 Amanda Divina folhamax.com

Um servidor que trabalha na Câmara Municipal de Primavera do Leste, em Mato Grosso, foi preso depois que policiais encontraram 50 gramas de maconha em seu carro. Ele disse que comprou a droga para uso próprio e pagou R$ 400. A Justiça soltou o homem, que terá que seguir algumas regras, como se apresentar todo mês ao tribunal.

Um funcionário da Câmara Municipal de Primavera do Leste foi preso na tarde de sexta-feira (5) por causa de drogas. Policiais da PRF (Polícia Rodoviária Federal) pararam o carro dele na BR-070, perto do km 290. O homem, de 27 anos, trabalha na área de computação da Câmara e ganha R$ 10 mil por mês.

Os policiais sentiram um cheiro forte de maconha quando pararam o carro, um Fiat Palio. Dentro de uma mochila no banco de trás, eles acharam um pedaço com cerca de 50 gramas de uma erva parecida com skunk, que é um tipo mais forte de maconha.

  • O funcionário foi pego com 50 gramas de maconha, que é uma quantidade pequena.
  • Ele disse que pagou R$ 400 pela droga em Rondonópolis e que era para uso próprio.
  • O juiz deixou o homem sair da prisão, mas ele precisa seguir algumas regras.
  • O servidor nunca tinha sido preso antes e tem um emprego fixo na Câmara.
  • A promotora queria que ele ficasse preso, mas o juiz resolveu soltá-lo.

O homem disse que comprou a droga em Rondonópolis por R$ 400 para usar ele mesmo. No sábado (6), ele foi levado para uma audiência, e o juiz Tiago Gonçalves dos Santos, que estava de plantão, concordou que a prisão estava certa, mas deixou o homem solto. O juiz entendeu que não era preciso manter ele preso.

O juiz disse que o funcionário nunca tinha cometido crimes antes, tem casa no Bairro Primavera 3 e um trabalho de verdade como Assistente de TI na Câmara. A promotora Tessaline Luciana Higyuchi Viegas Devesa Cintra queria que a prisão virasse preventiva, porque achava que ele poderia ser um perigo para a sociedade.

Já os advogados do funcionário pediram para ele ser solto, mas com algumas regras. O juiz concordou. M. S. F. (as iniciais do homem) terá que se apresentar todo mês no tribunal para mostrar o que está fazendo e manter seu endereço atualizado. Ele também não pode sair da cidade por mais de 15 dias sem pedir autorização ao juiz, além de não poder cometer novos crimes.

Se ele descumprir qualquer uma dessas regras, poderá ser preso de novo.