Dados da violência doméstica no Brasil em 2026 mostram avanços na proteção às vítimas, mas desafios persistem na implementação da Lei Maria da Penha.
A violência doméstica segue como um dos principais desafios da segurança pública brasileira em 2026. Dados do Ministério da Justiça mostram que o número de medidas protetivas concedidas aumentou 25% nos últimos dois anos, mas o número de feminicídios ainda preocupa.
O governo federal lançou novas políticas públicas de enfrentamento, incluindo a ampliação das Casas da Mulher Brasileira e a criação de delegacias especializadas 24 horas em todas as capitais.
- Contexto: Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de feminicídios
- Dado relevante: 95% das medidas protetivas são concedidas em até 48 horas após o pedido
- Impacto: Casas da Mulher Brasileira já atenderam 500 mil mulheres desde o início do programa
- Desdobramento: Monitoramento eletrônico de agressores foi ampliado para 18 estados
- Perspectiva: Projeto de lei prevê punição mais rigorosa para descumprimento de medidas protetivas
Onde pedir ajuda
O Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) funciona 24 horas e recebe denúncias de todo o país. Além disso, o aplicativo Direitos Humanos Brasil permite registrar ocorrências e solicitar medidas protetivas de forma digital.
Monitoramento de agressores
A tornozeleira eletrônica para agressores domésticos foi implementada em 18 estados. O dispositivo alerta a vítima e a polícia caso o agressor se aproxime da área de exclusão determinada pela justiça, reduzindo o risco de reincidência.



