26 de maio de 2026

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Chileno preso após ofensas racistas e homofóbicas contra comissário em voo da Latam

Polícia Racismo 16/05/2026 19:01 Redação bahianoticias.com.br

Um passageiro chileno foi preso pela Polícia Federal depois de insultar um comissário de bordo com ofensas racistas e homofóbicas durante um voo da companhia Latam que ia de São Paulo para Frankfurt. O homem tentou abrir a porta do avião e foi contido pela tripulação. Ele foi detido quando voltou ao Brasil.

BRA 1

Um passageiro chileno foi preso pela Polícia Federal nesta sexta-feira (15), após ser acusado de fazer ofensas racistas, homofóbicas e xenofóbicas contra um comissário de bordo durante um voo da LATAM Airlines entre São Paulo e Frankfurt.

O caso aconteceu no último dia 10 de maio, em uma aeronave que partiu do Aeroporto Internacional de Guarulhos com destino à Alemanha. Segundo relatos, o passageiro tentou abrir a porta do avião durante o voo e foi contido pela tripulação.

  • O chileno tentou abrir a porta do avião em pleno voo, causando medo nos outros passageiros.
  • Ele chamou o comissário de 'macaco' e fez comentários sobre 'cheiro de preto'.
  • O homem imitou um macaco na frente do trabalhador, em um ato de racismo grave.
  • A prisão só aconteceu quando ele voltou ao Brasil, dias depois do ocorrido.
  • A Latam disse que repudia a violência e está dando apoio ao funcionário agredido.

Durante a confusão, o homem passou a atacar verbalmente um funcionário da companhia aérea com ofensas racistas e homofóbicas. Em vídeos que circulam nas redes sociais, ele chama o comissário de 'macaco', faz comentários sobre 'cheiro de preto' e chega a imitar um macaco em direção ao trabalhador.

Investigação e prisão

Ainda conforme as investigações, o chileno foi preso ao retornar ao Brasil, após desembarcar de um voo vindo de Frankfurt. A prisão preventiva foi decretada pela Justiça Federal após comunicação formal das vítimas à Polícia Federal.

Posição da companhia aérea

Em nota, a LATAM afirmou que repudia 'veementemente qualquer prática discriminatória e violenta' e informou que presta apoio psicológico e jurídico ao funcionário vítima das agressões.

A identidade do suspeito não foi divulgada. O caso segue sob investigação da Polícia Federal.