Um servidor público de 65 anos, Valdivino Almeida Fidelis, foi morto pela polícia após ameaçar familiares com uma arma dentro de casa, em Cuiabá. Ele estava em surto psicótico e fez parentes reféns. A família alega que ele foi executado injustamente.
Um vídeo que está circulando nas redes sociais mostra o servidor público Valdivino Almeida Fidelis, de 65 anos, armado dentro de casa pouco antes de morrer em um confronto com policiais militares na noite de segunda-feira (11), em Cuiabá. Ele, que trabalhava no colégio Liceu Cuiabano, estaria em surto psicótico e fez familiares reféns dentro de uma casa no bairro Goiabeiras, região central de Cuiabá.
Segundo informações iniciais, o homem estava armado dentro da residência e teria rendido a própria família. Vizinhos viram a situação de perigo e chamaram a Polícia Militar.
- Rápida 1: Valdivino tinha 65 anos e trabalhava como servidor público em uma escola de Cuiabá.
- Rápida 2: Ele estava em surto psicótico, um estado de confusão mental que pode levar a comportamentos violentos.
- Rápida 3: A polícia foi chamada por vizinhos que ouviram gritos e viram a movimentação estranha na casa.
- Rápida 4: Valdivino tinha porte de arma e não tinha passagens pela polícia, segundo a família.
- Rápida 5: A família contesta a versão da polícia e afirma que ele foi morto de forma injusta.
Quando a equipe chegou no local, Valdivino foi visto apontando a arma para a cabeça de uma das vítimas. Os agentes de segurança pediram que ele se rendesse.
No entanto, ele apontou a arma para os militares, que atiraram. Ele foi socorrido por uma ambulância do Samu, mas não resistiu aos ferimentos.
Pouco antes de morrer, Valdivino foi gravado andando armado dentro de casa. Em outro vídeo, ele aparece dizendo que "Hoje iria morrer".
OUTRA VERSÃO DOS FATOS
Familiares do servidor dizem que ele foi assassinado pelos policiais militares que atenderam a ocorrência. A irmã da vítima contou que ele queria cometer suicídio.
A enteada dele tentou convencê-lo a desistir. "A polícia chegou e não esperou ele nem se defender e atirou. Ele tem porte de arma. Não tem passagem pela polícia. Agiram arbitrariamente", acusou.



