Menina de 17 anos, sumida desde dezembro de 2025 em Ohio, EUA, é localizada em boas condições na residência de Jobe Binkley, 48 anos, ex-professor de Ciências já suspenso pela escola. A família acusa o homem de manipulação emocional e crítica a lentidão da investigação policial.
Adolescente é localizada após 8 meses de busca
Uma adolescente de 17 anos que estava desaparecida havia 263 dias foi encontrada em boas condições de saúde na casa de um ex-professor em Ohio, nos Estados Unidos.
O homem, identificado como Jobe Binkley, de 48 anos, foi preso imediatamente após a localização da jovem.
- A jovem sumiu de um abrigo em Ohio em 2 de dezembro de 2025.
- Ela foi encontrada na casa de Jobe Binkley, ex-professor de 48 anos.
- O ex-professor foi preso por interferência na custódia, mas libertado após pagar fiança.
- A família acusa Binkley de manipulação emocional e relacionar-se inadequadamente com a jovem.
- As autoridades tiveram dificuldade em apresentar acusações graves sem a colaboração da adolescente.
Família aponta ex-professor como suspeito
A adolescente havia fugido da Huckleberry House, instituição de acolhimento onde vivia, em 2 de dezembro de 2025.
Desde o início das buscas, familiares afirmavam às autoridades que Binkley deveria ser considerado uma pessoa de interesse no desaparecimento.
O homem havia trabalhado como professor de Ciências no Distrito Escolar de Springfield.
Segundo uma familiar da adolescente, Binkley conheceu a jovem na escola cerca de dois anos antes do desaparecimento e teria desenvolvido uma relação considerada inadequada pela família.
Acusações de manipulação emocional
"Ela tem um histórico de problemas com a mãe, e ele se aproveitou de uma jovem que procurava uma figura paterna para a sua vida", afirmou a familiar.
A mesma pessoa acusou o ex-professor de manipular emocionalmente a adolescente.
"É absolutamente repugnante. Ela está tão manipulada e submetida à lavagem cerebral por aquele homem que não consegue ver o que ele fez com ela", declarou.
As acusações fazem parte do relato da família e não representam uma conclusão judicial sobre a conduta do suspeito.
Processo judicial e críticas à lentidão
Depois que a adolescente foi localizada, Binkley foi detido e acusado de interferência na custódia, delito de primeiro grau segundo a legislação local.
Ele foi posteriormente libertado após o pagamento de fiança e se declarou inocente.
O promotor responsável pelo caso afirmou que, sem a cooperação da adolescente, as autoridades enfrentam dificuldades para apresentar acusações mais graves contra o ex-professor.
Familiares da jovem também questionaram o tempo levado pelas autoridades para encontrá-la, especialmente porque, segundo eles, o nome de Binkley havia sido mencionado repetidamente durante as buscas.
De acordo com informações divulgadas pela imprensa norte-americana, o ex-professor teria recusado em diferentes ocasiões permitir a entrada da polícia em sua residência.
A família sustenta que as denúncias anteriores deveriam ter levado a uma investigação mais rápida sobre a possível presença da adolescente no imóvel.
Antecedentes de suspensão do professor
Binkley também teria sido alvo anteriormente de reclamações relacionadas a comportamentos considerados inadequados com estudantes.
Segundo o New York Post, ele foi suspenso duas vezes pelo distrito escolar: a primeira em novembro de 2024 e a segunda em janeiro de 2025.
A investigação sobre o período em que a adolescente permaneceu desaparecida e as circunstâncias que a levaram a morar na casa do ex-professor continua.

Facebook/Cj Joinin


