Bombardeio russo atinge áreas residenciais, unidade médica e escola em Kiev, deixando mortos e feridos. Equipes de resgate retiram pessoas dos escombros, enquanto a cidade enfrenta falta de defesa aérea.
O ataque
Um novo ataque russo contra a capital ucraniana deixou pelo menos 12 mortos e 33 feridos durante a noite e a madrugada. O bombardeio atingiu vários pontos da cidade, causando danos em prédios e outras construções.
O alerta de ataque aéreo ficou ativo por quase toda a madrugada. Os distritos de Darnytskyi, Sviatoshynskyi e Solomianskyi foram atingidos, e equipes de resgate trabalharam para retirar moradores presos nos escombros.
Resumo rápido
- Pelo menos 12 pessoas morreram e 33 ficaram feridas.
- O ataque atingiu casas, uma escola e um posto médico.
- Dois andares de um prédio de nove andares foram destruídos.
- Kiev enfrenta falta de mísseis para se defender.
- Ucrânia também ataca alvos militares na Rússia.
Danos e impacto
Em Solomianskyi, os dois últimos andares de um prédio residencial de nove andares foram destruídos. Incêndios também atingiram outros pontos do edifício. Uma escola e instalações médicas estão entre os locais danificados durante o ataque.
Defesa da Ucrânia
A Rússia tem aumentado o uso de mísseis balísticos contra Kiev, enquanto a Ucrânia tem dificuldades para manter seus sistemas de defesa aérea abastecidos.
O país possui apenas alguns equipamentos capazes de interceptar esses mísseis, como o sistema Patriot dos Estados Unidos. A falta de mísseis interceptadores é um dos maiores problemas para a defesa ucraniana.
Resposta ucraniana
Enquanto Moscou amplia os ataques contra Kiev e outras regiões, a Ucrânia também ataca alvos dentro da Rússia.
As forças ucranianas têm mirado depósitos de armas, instalações militares e estruturas de logística para tentar reduzir a capacidade da Rússia de continuar atacando cidades ucranianas.
Versão russa
O Ministério da Defesa russo disse que a ofensiva desta quinta-feira teve como alvos locais de produção de drones, um depósito militar e um centro logístico na região de Kiev.

© Lusa


