16 de julho de 2026

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Dupla finge ser agente sanitária, mata empresário e rouba R$ 186 mil

Mundo Crime 16/07/2026 07:31 METRÓPOLES folhamax.com

Dois criminosos se passaram por agentes da Vigilância Sanitária, invadiram a casa de um empresário, o mataram e roubaram uma grande quantia em dinheiro. A polícia prendeu os suspeitos e investiga se outras pessoas ajudaram no crime.

Dois ladrões foram presos após roubarem R$ 186 mil e matarem um comerciante de 46 anos, em Campina do Monte Alegre, interior de São Paulo. Segundo a Polícia Civil, a participação de pessoas próximas à vítima é investigada.

  • Os criminosos se passaram por agentes da Vigilância Sanitária para entrar na casa da vítima.
  • A mãe do empresário foi feita refém durante o crime.
  • O empresário foi morto com um tiro na cabeça quando chegou em casa.
  • Os ladrões fugiram com R$ 186 mil, mas foram presos pela Polícia Militar na Rodovia Raposo Tavares.
  • Os dois suspeitos já tinham passagens pela polícia e, juntos, já passaram mais de 34 anos na cadeia.

Segundo o delegado Franco Augusto Costa Ferreira, responsável pelo caso, os assaltantes fingiram ser agentes da Vigilância Sanitária e invadiram a propriedade do empresário Rogério Ferreira Silva na manhã dessa terça-feira (14/7). A mãe da vítima estava no local e foi mantida refém. O empresário chegou logo depois à invasão.

"A vítima chegou na caminhonete particular e, logo, foi baleada na cabeça. Depois, os indivíduos roubaram o dinheiro que a vítima transportava consigo e fugiram. Ele [vítima] tinha uma madeireira na cidade", disse o delegado.

A Polícia Militar (PM) localizou e prendeu os homens na Rodovia Raposo Tavares (SP-270). Com eles, foram apreendidos dois revólveres e o dinheiro que pertencia ao empresário.

Segundo a polícia, os dois assaltantes são de Sorocaba, município a cerca de 125 quilômetros de distância de Campina do Monte Alegre.

O delegado disse que os dois suspeitos presos têm passagens criminais. Um deles tem passagens na polícia desde 1991. "Somada, um já pegou mais de 15 anos de cadeia, enquanto o outro 19 anos de cadeia", completou.

A Polícia Civil pediu a conversão da prisão em flagrante para preventiva. A Justiça ainda não acatou a solicitação.

"Apuramos se houve a participação de terceiros. Não é comum ele [empresário morto] transportar uma quantia tão grande em dinheiro", afirmou o delegado.