O programa desta sexta-feira analisa a campanha de Flavio Bolsonaro, que parece estar perdida e sem rumo. O senador viaja para os Estados Unidos pela sexta vez no ano, o que preocupa analistas. Ele tenta esconder cansaço e problemas, mas os erros cometidos mostram uma campanha sem direção.
No programa desta sexta-feira (3), o debate foca na analise de uma campanha sem rumo e visivelmente perdida: a de Flavio Bolsonaro. O senador se prepara para viajar aos Estados Unidos pela sexta vez apenas este ano e, para Noblat, e um sinal de alerta. Flavio tenta disfarcar um esgotamento fisico e mental. Mais do que o cansaco, o que o pregoamento dessa dancinha patetica (sim, voltou a dancar) e o malabarismo discursivo revelam e uma campanha sem comando.
- Flavio Bolsonaro ja viajou seis vezes para os Estados Unidos em 2026, o que e considerado excessivo por analistas.
- Ele voltou a dancar em publico, algo que e visto como uma tentativa de mostrar carisma, mas que e criticado como patetico.
- A campanha dele esta sem rumo e sem lideranca clara, segundo o analista Noblat.
- O coordenador oficial da campanha, Rogerio Marinho, esta sumido e nao tem espaco para agir.
- A viagem a Washington tem como objetivo buscar apoio do governo americano para tentar chantagear o proprio pais, o que e visto como desespero.
Diante desse cenario, Noblat joga a pergunta crucial: afinal de contas, quem e que manda na campanha de Flavio Bolsonaro
Quem esta no comando
A rigor, a ultima palavra em momentos decisivos deveria ser sempre do proprio candidato, principalmente em questoes cruciais. Mas se for Flavio quem esta dando as ordens, ele esta comandando muito mal. Uma campanha estruturada, experiente e profissional jamais permitiria a exposicao de uma dancinha em um momento que apenas escracha o desespero de quem esta derretendo.
Falta de coordenacao profissional
Se o comando estivesse nas maos do experiente Valdemar Costa Neto, por exemplo, o puxao de orelha ja teria vindo. Valdemar e calejado o suficiente para enxergar o erro de percurso e dizer claramente: "Meu amigo, voce vai perder essa eleicao". Ja o coordenador oficial, Rogerio Marinho, nao tem o devido espaco e segue sumido em alguma coxia de campanha. Seria Eduardo Bolsonaro, o foragido
O fato e que a campanha padece de um isolamento politico e de uma falta cronica de coordenacao profissional. O que se ve na passarela e o comportamento de um candidato mal assessorado, sem comando estrategico, que tenta simular carisma em palanque para abafar o colapso nas pesquisas.
No fim, a viagem a Washington – a sexta do ano – expoe o unico objetivo real que sobrou a uma coordenacao desesperada: buscar o apoio do governo americano para tentar chantagear o proprio pais.

Flavio Bolsonaro



