Uma mulher de 50 anos comprou um vinho tradicional em uma barraca na beira da estrada enquanto viajava em Bali, na Indonésia, e sofreu uma intoxicação grave que resultou em morte cerebral.
A corretora de imóveis russa Anna Korosteleva, de 50 anos, teve morte cerebral declarada depois de supostamente ter bebido vinho com metanol enquanto fazia turismo por Bali, na Indonésia.
- Anna bebeu dois copos de um vinho tinto chamado Cap Orang Tua, uma bebida típica da região, comprada em uma barraca de beira de estrada.
- O namorado dela não tomou o vinho e a levou às pressas para o hospital.
- Ela teve convulsões e perdeu a consciência antes mesmo de receber os primeiros socorros.
- No hospital, ela precisou de ventilação mecânica e hemodiálise, e desenvolveu insuficiência renal.
- Exames confirmaram que ela perdeu toda a atividade cerebral, o que é chamado de morte cerebral.
Segundo a imprensa internacional, ela passou muito mal depois de beber dois copos do vinho tinto Cap Orang Tua, bebida alcoólica tradicional da região, comprada em uma barraca de beira de estrada.
O que aconteceu com Anna
Korosteleva estava com o namorado, que não ingeriu o vinho. Ele a levou às pressas para o hospital local depois que ela começou a sentir náuseas, vômitos, dor aos olhos por causa da luz e dificuldade para respirar.
Anna já havia começado a ter convulsões e perdido a consciência antes de receber os primeiros socorros. No hospital, ela foi colocada em ventilação mecânica e passou por hemodiálise. Ela também desenvolveu insuficiência renal, e depois exames mostraram que ela havia perdido a atividade cerebral.
Quando aconteceu
O caso aconteceu em 31 de maio, quando a turista foi internada.
Uma amiga de Anna contou à imprensa russa que "à noite, ela começou a vomitar muito e, pela manhã, piorou ainda mais. Igor (o namorado, de 39 anos) a levou imediatamente para um hospital local. No caminho, ela começou a ter convulsões e perdeu a consciência. Ela não a recuperou desde então", lamentou.
A família ainda tem esperança
Os familiares da mulher, porém, recusam aceitar a morte dela, na esperança de que ela seja salva. Enquanto isso, segundo o site britânico Need to Know, as despesas médicas já chegaram a quase 2,5 milhões de rublos (o que equivale a mais de R$ 170 mil).

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