14 de junho de 2026

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Defesa de Vorcaro planeja reagir após delação ser rejeitada

Mundo Delação 14/06/2026 09:23 METRÓPOLES folhamax.com

A defesa de Daniel Vorcaro está analisando como responder à Polícia Federal depois que a PF recusou a segunda proposta de delação premiada do banqueiro. A PF disse que não quer a colaboração dele. Os advogados querem responder para mostrar que a PF está errada, mas sabem que isso não vai mudar nada. Agora, eles esperam uma decisão da Procuradoria-Geral da República.

A defesa de Daniel Vorcaro avalia responder ao e-mail enviado pela Polícia Federal (PF) no qual a corporação rejeitou a segunda proposta de delação premiada do banqueiro.

O e-mail foi enviado pela PF aos advogados do dono do Banco Master na quarta-feira (10/6). Na mensagem, o órgão disse que não tinha interesse na proposta de colaboração de Vorcaro.

  • A PF recusou pela segunda vez a delação de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
  • A defesa quer responder à PF para mostrar que ela está errada, mas sabe que não vai mudar nada.
  • A primeira delação também foi recusada em abril, e a defesa não respondeu na época.
  • A defesa agora aposta na Procuradoria-Geral da República (PGR) para aceitar a delação.
  • Se a PGR aceitar, Vorcaro pode contar segredos em troca de benefícios na justiça.

Em conversas reservadas, integrantes da defesa de Vorcaro dizem que pretendem responder ao e-mail para dizer que a PF comete um erro ao recusar a delação do dono do Banco Master.

Defesa quer mostrar que está certa

Os advogados sabem que a resposta não terá efeito prático algum. O objetivo ao responder o e-mail, de acordo com interlocutores de Vorcaro, seria apenas "marcar posição".

Primeira delação também foi recusada

Aliados do banqueiro lembram que a PF também recusou por e-mail a primeira proposta de delação dele, em abril. Na época, contudo, a defesa de Vorcaro não respondeu à mensagem.

Esperança na Procuradoria-Geral

Com a nova recusa da PF, a defesa do dono do Banco Master aposta todas as fichas na Procuradoria-Geral da República (PGR), que também analisa a proposta de delação do banqueiro.