A pastora e escritora Raquel Lima ensina, em seu novo livro, como encontrar esperança e força em momentos de crise, mostrando que o sofrimento não é abandono e que a fé pode ajudar a atravessar qualquer dor.
Como lidar com os dias difíceis sem deixar que eles definam a nossa história Em meio a frustrações, conflitos e respostas que não chegam, algumas reflexões podem ajudar a encontrar novas perspectivas para seguir em frente.
No livro Nem um dia sem graça: Como a Presença e o Favor de Deus se manifestam até nos dias mais difíceis, publicado pela Editora Vida, a pastora e escritora Raquel Lima reúne ensinamentos sobre como atravessar esses momentos com mais esperança e leveza.
- O livro mostra que sofrer não significa que Deus abandonou.
- A lição é de que o sustento espiritual e material vem aos poucos.
- É preciso trocar a postura de vítima pela de filha amada.
- A espera também faz parte do plano divino.
- O passado não define quem você é hoje.
A ideia central do novo livro de Raquel Lima
No lançamento Nem um dia sem graça, pregadora mistura Bíblia e histórias da própria vida para responder a uma pergunta que quase todo mundo já fez: onde Deus está quando tudo dá errado
Quem já viu Raquel Lima pregar sabe que ela faz a plateia rir e, minutos depois, chorar. O novo livro dela, Nem um dia sem graça: Como a Presença e o Favor de Deus se manifestam até nos dias mais difíceis, publicado pela Editora Vida, segue esse mesmo caminho.
A ideia central é simples: a Graça não chega só nos dias bons. Ela também aparece numa quarta-feira qualquer, num leito de hospital e no dia em que a resposta é não.
5 lições para atravessar os momentos de crise
Para mostrar como reconhecê-la nesses momentos, Raquel reúne lições ao longo de Nem um dia sem graça. Confira cinco delas:
1. Sofrer não quer dizer que Deus foi embora
Raquel contesta a ideia de que seguir Jesus livra da dor. Para ela, essa promessa foi vendida a muita gente e deixou uma armadilha: quem enfrenta uma crise acaba achando que está em pecado. No livro, ela escreve que sofrer não é sinal de abandono e lembra o apóstolo Paulo, que pediu três vezes que o espinho fosse tirado e recebeu outra resposta: a graça bastava.
2. O sustento vem em porções pequenas
No deserto, o povo só podia recolher o maná de um dia, e o que sobrava estragava. Raquel traz a lição para a própria casa: quando o filho perguntou o que tinha para o almoço, a irmã respondeu: Ué, comida! Você não sabe que sempre tem Ela conta que confiou nisso mesmo depois de perder o carro e passar a ir a pé para a igreja.
3. Troque a cadeira da vítima pela de filha
A dor leva todo mundo a uma sala com duas cadeiras: vítima e filha. Cada um escolhe onde se sentar. Raquel só saiu da primeira quando parou de esperar que a sogra mudasse e passou a pedir a Deus que a ensinasse a amá-la como amava a própria mãe.
4. A espera também faz parte da história
Ana voltou do templo em paz antes de Samuel nascer, e José serviu bem mesmo como escravo. O recado da autora: Seja excelente no trajeto! Ela avisa ainda que certas portas, abertas antes da hora, fazem a pessoa se perder lá dentro.
5. O seu pior dia não é o seu nome
Jabez, a samaritana e a mulher flagrada em adultério mostram que ninguém precisa ser definido pelo próprio passado. Pedro e Judas erraram, e o que os separou foi o destino que deram à culpa. Para Raquel, o Reino de Deus jamais funcionou pela lógica do mérito.
O significado por trás do título
Bônus: o jogo de palavras que dá título ao livro
Raquel resume tudo numa troca de preposição: Foi tudo pela Graça, mas não foi de graça. O presente é gratuito para quem recebe, mas custou a vida de Jesus.
Ficha Técnica
Título: Nem um dia sem graça
Subtítulo: Como a Presença e o Favor de Deus se manifestam até nos dias mais difíceis
Autor: Raquel Lima
Editora: Editora Vida
Gênero: Vida cristã
Páginas: 208
Formato: 15 x 23 cm
ISBN: 978-85-383-0431-9
Preço: R$ 67,90
Onde encontrar: Amazon, Editora Vida e nas principais livrarias do país
Sobre a autora
Raquel Lima é pastora, escritora, palestrante, consultora de moda e terapeuta familiar. Casada com Paulo Jayme e mãe de três filhos, dedica-se a comunicar o Evangelho de maneira leve e acessível, com mensagens de fé, esperança e encorajamento.

Divulgação | Editora Vida



