Marquinhos Navais, de 24 anos, que ganhou fama cantando dentro do metrô, lança o álbum 'Vagão da Sofrência 2.0'. O artista, natural de Pernambuco e agora baseado em Salvador, alcançou milhões de visualizações com suas apresentações espontâneas.
Marquinhos Navais, de 24 anos, tornou-se um dos nomes mais famosos da música nordestina ao transformar suas apresentações diárias no transporte público em um fenômeno na internet. O artista ultrapassou a marca de 54,8 milhões de visualizações com o projeto Vagão da Sofrência, gravado dentro dos vagões do metrô.
- Marquinhos Navais, de 24 anos, viralizou com o projeto Vagão da Sofrência, gravado no metrô, alcançando milhões de visualizações.
- O artista lança nesta quarta-feira (14) o álbum Vagão da Sofrência 2.0, com 18 faixas focadas no gênero arrocha.
- Natural de Pernambuco, Marquinhos Navais cantava nos trens do Recife e Salvador para sustentar a família.
- A repercussão digital atraiu apoio de nomes como Léo Santana e impulsionou outros projetos do cantor.
- O projeto combina releituras de sucessos e novas canções de arrocha e sofrência.
Com uma base que alcança 4,5 milhões de seguidores e média de 635 milhões de visualizações mensais em suas redes sociais, o cantor lança nesta quarta-feira (14) o álbum Vagão da Sofrência 2.0, focado no gênero arrocha.
O novo projeto de Marquinhos Navais traz 18 faixas que reúnem releituras de sucessos populares e canções que combinam arrocha e sofrência. Os cortes em vídeos estão disponíveis no YouTube ao longo do dia.
Do metrô de Recife e Salvador ao sucesso nas redes: quem é Marquinhos Navais
Natural de Pernambuco, Marquinhos Navais iniciou sua trajetória musical ainda na infância, cantando na igreja. Durante a pandemia de Covid-19, encontrou nas apresentações dentro dos trens do Recife uma forma de ajudar no sustento da família. Durante cinco anos, os vagões do metrô serviram como seu principal palco e fonte de renda.
Em 2025, o artista mudou-se para Salvador (BA) em busca de novas oportunidades no mercado musical. Ao retomar as cantorias no transporte público baiano, adotou o arrocha como estilo principal, gerando vídeos de interações espontâneas com os passageiros que rapidamente viralizaram nas plataformas digitais. A repercussão atraiu o apoio e a interação de nomes consolidados da música, como Léo Santana, Léo Foguete e Kevi Jonny.
Além do desdobramento do Vagão da Sofrência, a visibilidade digital impulsionou outros trabalhos do cantor. Entre as frentes de divulgação está o projeto Bora Meu São João, focado em clássicos das festas juninas e na valorização da música popular nordestina.

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