Campanha UFOPhones, lançada pela agência Papoco, oferece um celular com câmera de última geração para quem enviar o registro mais borrado e duvidoso de um objeto voador. O objetivo é brincar do fato de não existirem boas imagens de alienígenas apesar da alta tecnologia. Inscrições abertas até 30 de setembro.
A campanha UFOPhones, criada pela agência Papoco, propõe algo inusitado: premiar o brasileiro que enviar a pior foto de um OVNI. O prêmio é um smartphone com câmera de última geração, com o objetivo de que, na próxima aparição, a pessoa consiga registrar algo nítido. As inscrições seguem até 30 de setembro.
A ideia nasce de uma observação simples e engraçada: se quase todo mundo tem um celular moderno no bolso, por que ainda não existe uma única foto clara e de boa qualidade de um disco voador O projeto brinca com a premissa de que precisamos equipar quem está na linha de frente dessas possíveis aparições com melhor tecnologia.
Resumo da notícia
- O prêmio é um celular com câmera avançada.
- Quem ganha é quem enviar a foto mais borrada e ruim.
- A ação começou em cidades famosas por turismo de OVNIs.
- As inscrições vão até 30 de setembro de 2026.
- A campanha tem tom de humor e questiona a falta de provas claras.
Um prêmio com cara de piada, mas com propósito tecnológico
O prêmio do concurso é um celular moderno, mas o critério de seleção não é buscar a melhor imagem. Pelo contrário, o júri busca a foto mais tremida, borrada e indecifrável. A lógica é que, se a imagem é péssima, talvez a próxima vez seja melhor, pois o participante terá um aparelho digno para documentar o evento.
A iniciativa surgiu pelas ruas de cidades conhecidas por casos supostos de UFOs, como Varginha, em Minas Gerais, São Tomé das Letras, também em Minas, Alto Paraíso, em Goiás, e Peruíbe, em São Paulo. Nesses locais, peças publicitárias provocaram as pessoas com mensagens que destacavam a ausência de provas visuais de qualidade.
As mensagens exibidas em outdoors e outros espaços públicos traziam frases como: Ficção Científica é não existir uma boa foto de OVNIs em 2026 e Por que toda foto de OVNI é em 8k kkkkkkkk. A estratégia é usar o humor para falar de um tema sério e misterioso que acompanha a humanidade há décadas.
Como funciona a participação e quem julga
Para participar, o brasileiro precisa enviar através do site oficial da campanha sua chamada melhor-pior foto. Isso significa que a imagem deve ser tão ruim, confusa ou suspeita que faça a pessoa questionar se o que está vendo é real ou apenas um erro de percepção.
Um júri especializado, formado por ufólogos (estudantes de OVNIs) e fotógrafos, é responsável por analisar as imagens. Eles decidem qual registro tem mais chance de ser um caso real de UFO, ou se apenas uma sacola de mercado voando e capturada acidentalmente. O autor da imagem vencedora leva o smartphone.
O projeto também conta com atividade nas redes sociais. No Instagram oficial da agência, o perfil @papocoideas exibe a chamada Galeria dos Objetos Voadores Mal Fotografados, onde o público pode ver e comentar as imagens enviadas pelos participantes.
Detalhes práticos para os interessados
As inscrições são gratuitas e abertas a qualquer cidadão brasileiro, independentemente da região em que mora. Não é necessário enviar vídeos, apenas a foto estática do registro. A campanha busca engajar o grande público em uma discussão sobre evidências visuais e a tecnologia que usamos para registrar o mundo ao nosso redor.
Os dados oficiais do concurso são os seguintes: as inscrições são gratuitas, o prazo final é 30 de setembro de 2026, a participação é aberta a todos os brasileiros e o envio é feito pelo site da campanha. É uma forma criativa de abordar a cultura dos OVNIs no Brasil, misturando curiosidade popular com inovação tecnológica.

Campanha UFOPhones vai dar um celular com câmera de última geração ao brasileiro que apresentar o pior registro de um objeto voador não identificado.




