15 de setembro de 2026

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Kumon inicia projeto para franqueados operarem várias unidades

Geral Franquias 15/09/2026 15:44 Assessoria de Imprensa do Kumon

O Kumon, rede de educação, começou um teste no Brasil que permite que franqueados escolhidos cuidem de mais de uma unidade. Já são 12 unidades participantes, e a ideia é expandir esse formato a partir de 2027, seguindo uma tendência que já é adotada por 87% das franquias do país.

O modelo de multifranqueados, em que uma mesma pessoa opera mais de uma unidade de uma rede, virou uma das principais tendências do setor de franquias no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), em 2024 esse formato já estava presente em 87% das redes de franquias do país, acima dos 83% registrados em 2022, mostrando como esse jeito de crescer está se espalhando.

Esse movimento vem junto com o amadurecimento do setor. Conforme a ABF, o franchising brasileiro passou de R$ 301,7 bilhões em faturamento em 2025, um aumento de 10,5% em relação ao ano anterior, e chegou a mais de 202 mil operações funcionando no país.

Resumo rápido:

  • 87% das redes de franquia no Brasil já permitem que um franqueado toque mais de uma unidade.
  • O Kumon começou um piloto com 12 unidades participantes para testar o modelo Multi Unit.
  • A expectativa é ampliar o programa de forma mais ampla a partir de 2027.
  • Os franqueados precisam ter bons resultados, experiência e capacidade de liderar equipes.
  • O projeto também está sendo testado em outros países, como Estados Unidos, Canadá, Espanha e Inglaterra.

O Kumon, rede educacional, acompanha esse cenário e criou o projeto-piloto Multi Unit no Brasil. A ideia é que franqueados escolhidos possam operar mais de uma unidade da rede, ampliando sua atuação e ajudando a marca a crescer em várias regiões.

Essa mudança é um passo importante na estratégia da rede. Antes, o Kumon fazia com que cada franqueado se dedicasse a uma única unidade para garantir o desenvolvimento dos alunos e do negócio. Mas com o crescimento da rede, que hoje tem mais de 1.600 unidades no Brasil, apareceu a chance de crescer ainda mais usando a experiência de quem já se destacou.

Julio Segala, vice-presidente executivo do Kumon América do Sul, afirmou: "A empresa Kumon foi criada para levar o método ao maior número possível de pessoas. O Multi Unit surge como mais uma ferramenta para expandirmos nossa presença de forma sustentável, mantendo a qualidade do atendimento e do desenvolvimento dos alunos como prioridade".

Hoje, o projeto tem 12 unidades no Brasil. A iniciativa também está sendo testada em outros mercados, como Estados Unidos, Canadá, Espanha e Inglaterra, para avaliar os resultados em diferentes situações.

O modelo prevê um crescimento gradual. Primeiro, o franqueado pode assumir uma segunda unidade. Depois, conforme os resultados melhoram, ele pode avançar até cinco operações.

Para entrar no programa, é preciso passar por critérios rígidos, como histórico de resultados, maturidade operacional e capacidade de liderar. A ideia não é substituir novos franqueados, mas complementar a expansão do Kumon.

Segala explicou: "O crescimento por meio de franqueados multi-unit e a entrada de novos empreendedores são caminhos complementares. O objetivo é expandir o acesso ao método de forma equilibrada, fortalecendo a presença da marca sem abrir mão da qualidade".

O novo papel do franqueado

No modelo Multi Unit, o franqueado passa a ser mais um gestor de negócios, mas continua responsável por manter os padrões pedagógicos do Kumon. Para isso, conta com equipes e ferramentas tecnológicas que ajudam na gestão financeira, na divulgação, no acompanhamento pedagógico dos alunos e na comunicação com as famílias.

Essa proposta acompanha uma mudança vista em várias redes de franquias, onde empreendedores experientes assumem múltiplas operações para acelerar o crescimento sem perder a qualidade.

Segala finalizou: "Os resultados iniciais do projeto são positivos, tanto do ponto de vista operacional quanto da manutenção dos indicadores de qualidade. Com base nos aprendizados da fase piloto, a nossa expectativa é que o modelo possa avançar para uma implementação mais ampla a partir de 2027".