03 de setembro de 2026

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Documentário sobre lipedema é lançado com apoio de Luiza Helena Trajano

Geral Lipedema 03/09/2026 14:54 Assessoria de imprensa Instituto Lipedema Brasil

Minissérie documental 'Se Eu Soubesse Antes' estreia em setembro e aborda o lipedema, doença que afeta 10 milhões de mulheres no Brasil. O lançamento contará com especialistas e as protagonistas da história, buscando conscientização e apoio social.

A ONG Movimento Lipedema organiza, no dia 23 de setembro, a pré-estreia da minissérie documental brasileira Se Eu Soubesse Antes. O projeto busca conscientizar a população sobre o lipedema, uma condição que afeta aproximadamente 10 milhões de mulheres no país. O evento ocorre no Teatro YouTube, em São Paulo, e conta com a participação de Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil.

A produção acompanha as trajetórias de três mulheres: Tatiana Maranhão, Gabriela Martinez e Tamiris de Sá. As protagonistas compartilham suas experiências reais de diagnóstico, tratamento e os desafios emocionais enfrentados ao conviver com a doença. A presença de especialistas e convidados especiais reforça o compromisso do evento em promover acolhimento e informação.

  • O lipedema afeta cerca de 10 milhões de mulheres no Brasil.
  • A minissérie possui seis episódios que detalham histórias de vida reais.
  • O evento de estreia ocorre no Teatro YouTube, em São Paulo.
  • Luiza Helena Trajano participa do encontro especial com as protagonistas.
  • Os episódios serão divulgados gratuitamente no YouTube a partir de 30 de setembro.

A importância do diagnóstico e do acolhimento

Com seis episódios, a minissérie destaca a complexidade do lipedema, incluindo o diagnóstico tardio e os impactos psicológicos no cotidiano das pacientes. A obra aborda temas como a necessidade de mudanças de hábitos, a realização de cirurgias, a discriminação social e a busca incessante por informações confiáveis. O foco é evidenciar como o desconhecimento sobre a doença impacta profundamente a qualidade de vida dessas mulheres.

O projeto nasce da iniciativa da ONG Movimento Lipedema, que é o braço social do Instituto Lipedema Brasil. A organização trabalha diariamente para ampliar o acesso à informação e promover a conscientização da sociedade. A proposta central é tirar o lipedema da esfera puramente médica, tornando-o uma questão de saúde pública e debate social. Ao mostrar experiências reais, o documentário visa gerar empatia e reduzir o estigma associado à condição.

Detalhes do evento de pré-estreia

O evento fechado, que receberá mais de 150 convidados, está marcado para 23 de setembro. Estarão presentes Luiza Helena Trajano, a presidente da ONG Movimento Lipedema, Gabriela Luciana, e o diretor do Instituto Lipedema Brasil, Dr. Fábio Kamamoto. O ginecologista e apresentador Dr. José Bento também confirmou sua participação. Durante o encontro, as protagonistas Tatiana Maranhão, Gabriela Martinez e Tamiris de Sá participarão de uma conversa mediada para expor seus relatos.

Um dos momentos centrais da programação será a exibição do primeiro episódio da minissérie. Imediatamente após a sessão, os participantes poderão debater o tema e fazer perguntas. A estrutura do evento foi pensada para integrar conteúdo informativo, relatos pessoais e diálogo construtivo. Essa abordagem reforça a missão da ONG de transformar conhecimento técnico em acolhimento humanizado e conscientização efetiva.

Disponibilidade e acesso à minissérie

Após a projeção no evento, o primeiro episódio será disponibilizado publicamente no YouTube, iniciando a estreia digital da produção. Os cinco episódios seguintes serão lançados gratuitamente no canal oficial da ONG Movimento Lipedema. A divulgação seguirá a cadência de quartas-feiras, com exibições nos dias 30 de setembro e 7, 14, 21 e 28 de outubro.

A produção tem o apoio integral da ONG Movimento Lipedema e do Instituto Lipedema Brasil. A disponibilização gratuita visa garantir que o maior número possível de pessoas tenha acesso ao conteúdo. Essa strategy busca democratizar a informação sobre a doença, permitindo que pacientes em tratamento ou familiares possam assistir aos relatos de forma fácil e sem barreiras de custo.