Artigo do engenheiro Samuel Hanan aborda o legado de Juscelino Kubitschek e compara com os desafios atuais do Brasil.
Agosto de 2026 marca os 50 anos da morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek. É hora de o Brasil reverenciar a memória de um dos maiores estadistas da nossa história.
Mais de seis décadas após concluir seu mandato (1956-1961), o legado de JK permanece vivo, graças à sua coragem, competência e visão estratégica.
Em um período de turbulência política, Juscelino não se intimidou e promoveu um desenvolvimento acelerado, com o Plano de Metas, que integrou a economia e criou as bases para a modernização do país, incluindo a construção de Brasília e a criação da Zona Franca de Manaus.
Infelizmente, os governos seguintes não assimilaram as lições de JK. O Brasil estagnou: o IDH caiu, a renda estagnou, a corrupção aumentou e a violência persiste. Precisamos resgatar o espírito de realização de Juscelino para enfrentar os desafios atuais e construir um futuro melhor.

Legado (IA)


