Obra infantil inspira families e escolas a entenderem o Transtorno Opositivo-Desafiador e a importância da autorregulação.
Casos recentes envolvendo crianças e adolescentes com transtornos do neurodesenvolvimento, como o Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD), levantam uma questão para além da tradicional disciplina escolar: até que ponto comportamentos considerados 'difíceis' são interpretados apenas como indisciplina, sem que suas causas sejam compreendidas E quais as consequências disso para a criança
Uma reportagem recente de Campo Grande (MS) mostrou o caso de um adolescente de 13 anos, diagnosticado com TOD, TDAH, depressão e ansiedade, que foi expulso de uma escola e orientado a deixar outras duas. O caso traz para o debate dúvidas sobre como instituições de ensino estão preparadas para lidar com estudantes que apresentam dificuldades de comportamento e autorregulação.
Para Cíntia Matos, educadora parental, mãe de uma criança diagnosticada com TOD e pós-graduada no transtorno, compreender o que existe por trás de uma explosão emocional é fundamental para entender qual é a melhor resposta.
Em seu primeiro livro, "Lucas vai à terapia", inspirado na vivência do próprio filho, ela apresenta, a partir da perspectiva infantil, as dificuldades de lidar com frustrações, limites e figuras de autoridade, além da importância de desenvolver estratégias de autorregulação.
A autora pode discutir como famílias e escolas podem diferenciar indisciplina de dificuldades de autorregulação, quais sinais merecem atenção e como evitar que crianças sejam reduzidas aos seus comportamentos mais difíceis.
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Abraços,
Bárbara Azalim
11 99875-3676

Capa da obra Lucas vai à terapia




