Em 'Testamento A imagem e o tempo', Ricardo Almeida convida a pensar o legado pela influência que deixamos nas pessoas, não apenas pelas posses materiais.
Na literatura, o sertão é mais que cenário. Em Testamento, Ricardo Almeida propõe que esse espaço se torne um território existencial onde tempo, sobrevivência, fé, violência e liberdade se cruzam.
A obra apresenta a história do avô Walmir, que enfrenta seca, abandono e finitude, enquanto forças como messianismo e cangaço aparecem para compor um universo de conflitos entre fanatismo, caos e transcendência.
Almeida mostra como a literatura transforma o sertão em espaço metafísico e questiona a condição humana, a resistência e a busca por sentido.
- O sertão é uma reflexão filosófica, não apenas geográfica.
- O conceito de Tempo-Carrasco revela a repetição da vida e a luta pela sobrevivência.
- Seca e desigualdade viram questões existenciais.
- Cangaceiros e líderes religiosos ganham dimensão quase arquetípica.
- A travessia do sertão aponta para uma leitura universal da vida.
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Abraços,
Bárbara Azalim
Confira o release do livro abaixo.

Quando a vida continua nos outros: o legado além dos bens materiais e da presença física





