Com investimentos de R$ 16,8 milhões do Bolsa Atleta e R$ 3,4 milhões da Lei de Incentivo ao Esporte, a equipe brasileira compete no campeonato mundial de bocha paralímpica, esporte de precisão para atletas com paralisia cerebral e deficiências motoras severas.
A bocha paralímpica, também conhecida como boccia, é um esporte de precisão adaptado para atletas com paralisia cerebral grave e outras deficiências motoras severas. Diferente da bocha tradicional, a modalidade não exige força, mas sim estratégia e controle motor.
Pode ser disputada individualmente, em duplas ou em equipes, sempre de forma mista homens e mulheres competem juntos. O objetivo é lançar seis bolas de couro o mais próximo possível de uma bola-alvo branca, chamada jack. Os atletas utilizam cadeiras de rodas e podem usar mãos, pés ou um instrumento auxiliar.
A delegação brasileira conta com um investimento de R$ 16,8 milhões do Bolsa Atleta, sendo R$ 11 milhões destinados ao naipe masculino e R$ 4,5 milhões ao feminino, além de R$ 3,4 milhões provenientes da Lei de Incentivo ao Esporte. Com esse apoio, a equipe busca alcançar bons resultados na competição internacional.

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