O professor Geraldo Almeida, candidato a deputado federal, propõe leis para incentivar a participação de idosos no mercado de trabalho e melhorar a saúde preventiva. Ele sugere crédito subsidiado, isenções fiscais e novos centros de atendimento ao idoso.
As coisas mudaram e hoje muitas pessoas com mais de 60 anos ainda têm muita energia e disposição para trabalhar. Elas não são mais vistas como inativas, e o governo precisa dar apoio para que continuem produzindo. O professor Geraldo Almeida, candidato a deputado federal, quer criar leis que ajudem os idosos a terem oportunidades no mercado de trabalho e na economia.
No Congresso já existem quatro projetos de lei que tentam melhorar a vida dos idosos. Dois deles dão isenção de impostos para empresas que contratarem pessoas com mais de 60 anos. Outro ajuda mulheres acima de 50 anos a voltarem ao mercado. E mais um obriga escolas como Senai e Senac a adaptarem seus cursos para os idosos. Mas o professor acha que isso ainda é pouco.
- O texto propõe mais crédito e incentivos para empresas de idosos.
- Existem quatro projetos de lei que já ajudam idosos no mercado de trabalho.
- A ideia é aproveitar a experiência de quem tem mais de 60 anos.
- Também quer mudar o uso do dinheiro da saúde para prevenir doenças.
- O autor é professor e candidato a deputado federal.
Ele propõe criar um programa de crédito com juros baixos ou até zero para empresas que forem formadas por idosos. Também quer dar incentivos fiscais para grandes empresas financiarem startups criadas por pessoas com mais de 60 anos. Assim, a experiência deles seria usada para resolver problemas.
Outra ideia é mudar a lei das micro e pequenas empresas para que negócios liderados por idosos tenham isenção total de taxas de abertura e desconto no Simples Nacional nos dois primeiros anos. Isso facilitaria a criação de novos negócios.
Também sugere criar um marco para incentivar cooperativas de idosos, onde eles possam vender seus serviços em conjunto, como gestão de projetos culturais e auditoria ambiental.
Saúde
A saúde do idoso não pode ser só para tratar doenças. Hoje, os idosos são ativos e precisam de cuidados preventivos para manter a saúde física e mental. O governo deve gastar mais com prevenção do que com internações.
Para isso, ele quer mudar a forma como o dinheiro do Fundo Nacional de Saúde é usado. Em vez de focar em hospitalização, os recursos devem ir para a atenção primária e promoção da saúde.
Uma sugestão é criar Policlínicas da Longevidade, locais sem aparência de hospital, onde os idosos fariam avaliações anuais, exercícios, oficinas de memória e nutrição.
Também propõe Centros de Convivência e Empreendedorismo Sênior, que uniriam cuidados de saúde com cursos de inclusão digital, finanças e apoio a pequenos negócios artesanais.
O professor acredita que o parlamentar precisa ter coragem e criatividade para fazer propostas que realmente ajudem a população. Ele quer usar seu mandato para isso.

Idoso (IA)


