O Congresso Nacional discute projetos de lei que podem proibir ou reduzir a exportação de animais vivos para abate, prática que envolve riscos sanitários, éticos e econômicos. Países como Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália já abandonaram ou estão abandonando essa atividade, priorizando o transporte de carne processada.
Há uma pergunta que o Congresso brasileiro precisa responder antes de decidir o futuro da exportação de animais vivos: o que exatamente estamos exportando quando colocamos milhares de animais dentro de um navio
A resposta, no entanto, esbarra em uma das forças políticas mais organizadas do Congresso Nacional: o lobby do agronegócio.
- O que está em jogo: A exportação de animais vivos para abate ou engorda, uma prática que movimenta grandes quantias de dinheiro, mas que carrega riscos sanitários, ambientais e éticos.
- Projetos de lei: O PL 4.795/2026 propõe proibir essa exportação, enquanto o PL 2.627/2025 quer uma redução gradual em até cinco anos.
- Riscos sanitários: Animais vistos como 'carga viva' podem transmitir doenças, produzir resíduos biológicos e causar impactos ambientais, como febre aftosa.
- Exemplos internacionais: Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália já proibiram ou estão proibindo essa prática, optando porimport { Aeroporto... ( ., Ati e.0,) D;, e federal:

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