A Casa Granatowicz apresenta o anel Magma Vivum, uma obra de alta joalheria que será enviada para a premiação internacional Inhorgenta Award 2027. A peça estreia na FENINJER, em São Paulo, na próxima semana.
A Casa Granatowitz apresenta o anel Magma Vivum, uma obra de alta joalheria criada para concorrer ao Inhorgenta Award 2027, considerado o Oscar mundial da joalheria. A peça faz sua estreia pública durante a FENINJER, a maior feira de joias da América Latina, que acontece de 17 a 20 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. A feira é apenas para profissionais credenciados do setor e é o palco da primeira exibição do Magma Vivum e da coleção Emerald Lake, que ficam no estande da Art'G.
As duas criações mostram visões diferentes da natureza por meio da alta joalheria. A coleção Emerald Lake, a primeira da Casa Granaowitz, foi inspira nas paisagens do Canadá e só usa esmeraldas da Mina Belmont. Já o Magma Vivum explora a força da terra, inspirado na energia vulcânica do Monte Etna, na Sicília, para mostrar o contraste entre destruição e renovação.
Unindo engenharia manual, inovação nos acabamentos e um dos minerais mais raros um cristal bruto de esmeralda de 17 quilates o Magma Vivum traz uma nova forma de pensar a alta joalheria.
Em vez de lapidar a gema para maximizar o brilho como manda a tradição, o anel coloca o cristal bruto, em um conceito diferente: respeitar e valorizar a forma que a natureza criou. A estrutura em ouro foi desenhada para conversar com a forma natural da pedra.
O Magma Vivum inaugura a Linha Magma, uma coleção que representa as forças geológicas da Terra com o acabamento Ouro Veludo, da Art'G, e superfícies polidas.
Engenharia do metal e linguagem escultural
A peça é um estudo de alta complexidade tridimensional com contrastes de texturas, formas e movimento. A superfície do aro é feita com o acabamento Ouro Veludo, que lembra uma rocha vulcânica.
Surgem microesferas de ouro 18 quilates com acabamento espelhado, criando um contraste que lembra o fluxo da lava se solidificando.
A protagonista: uma esmeralda bruta
No centro está um raro cristal bruto de esmeralda de 17 quilates. A escolha de usar a pedra em forma natural faz um diferencial para a obra, como destaque do bruto.
Segundo Marcio Granatowitz, fundador e designer da Art'G: "A maior prova de domínio técnico não é somente transformar a matéria, e sim saber como preservá-la. Neste anel, deixo que a natureza seja a verdadeira escultora."
Sustentabilidade e origem
A esmeralda foi extraída da Mina Belmont, que é referência mundial em extração responsável de esmeraldas há mais de 50 anos.
Toda a produção segue rígidos protocolos de mineração sustentável, com tecnologia de ponta e responsabilidade social. A pedra tem rastreabilidade desde a formação geológica, extração, seleção e aplicação na joia final.
A escolha de manter o cristal bruto reforça esse valor.
Uma nova visão da alta joalheria
O mercado internacional de joias de luxo passou a valorizar não só pedras excepcionais, mas também procedência, autenticidade e responsabilidade. O Magma Vivum é uma peça que mostra a união da geologia com o design e a sustentabilidade.
O lançamento na FENJURI será a primeira vez do público, antes de ir para o Inhorgenta Award 2027 em Munique. Os visitantes ainda conhecem a coleção Emerald Lake.
Destaques técnicos
- Ouro amarelo 18 quilates com acabamento próprio da marca.
- Estrutura 3D inspirada no fluxo do magma.
- Cristal bruto de esmeralda de 17 quilates.
- Rastreabilidade total da gema.
- Protocolos de mineração sustentável e responsabilidade sócio-ambiental.
- Peça criada para o Inhorgenta Award 2027.
- Primeira criação da Linha Magma.

Anel Magma Vivum é inspirado na energia vulcânica, Foto/Divulgação.


