Agosto é conhecido como o mês do desgosto, mas será que essa fama tem fundamento? A astróloga Re Cámp explica que a astrologia não vê o mês como azarado e revela o que os astros realmente indicam para o período.
Agosto é mesmo o mês do desgosto
Agosto costuma ser visto como um mês longo e até azarado. Em 2026, o calendário reforça essa ideia: o mês começa num sábado, termina numa segunda-feira e tem cinco segundas-feiras. Isso faz as pessoas lembrarem do ditado agosto, mês do desgosto.
Para a astróloga Re Cámp, especialista em Feng Shui, o calendário não define se um mês é bom ou ruim. A astrologia analisa os movimentos dos planetas e como eles afetam cada pessoa. Não existe uma regra que diga que agosto é um mês de perdas ou azar, explica.
- Agosto de 2026 tem 31 dias e cinco segundas-feiras, o que dá impressão de que o mês dura mais.
- A fama vem de crenças antigas e de fatos históricos, como a renúncia de Jânio Quadros.
- Para a astrologia, o signo de Leão no início e Virgem no fim trazem temas de criatividade e organização.
- Em 2026, dois eclipses acontecem em agosto, o que pode trazer mudanças, mas não necessariamente ruins.
- A superstição pode influenciar o comportamento: quem espera problemas acaba notando mais os contratempos.
De onde vem essa fama
A tradição do mês do desgosto tem origens antigas. Na Europa, havia medo de calor, doenças e colheitas ruins. Em Portugal, as pessoas evitavam casamentos em agosto por causa das viagens marítimas. No Brasil, eventos como a morte de Getúlio Vargas e a renúncia de Jânio Quadros reforçaram a má fama.
O que a astrologia diz
A astrologia não usa o calendário normal para fazer previsões. Em agosto, o Sol passa de Leão para Virgem. Leão fala de identidade e criatividade, e Virgem fala de rotina e organização. Mas os planetas mudam todos os anos, então não dá para dizer que agosto é sempre ruim.
Em 2026, agosto tem dois eclipses: um solar total no dia 12 e um lunar parcial no dia 28. Na astrologia, eclipses trazem mudanças e encerramentos, mas não são vistos como algo negativo. Eles podem ajudar a iniciar ciclos novos.
Re Cámp afirma que períodos intensos podem causar desconforto, mas isso não é motivo para ver o mês como ruim. A pessoa precisa observar o contexto, em vez de culpar o calendário, diz.
A crença pode afetar o comportamento. Se você espera problemas, acaba reparando mais nos atrasos e discussões. Isso reforça a superstição. Algumas pessoas até adiam decisões, como casamentos ou mudanças, por medo de agosto.
No Feng Shui, o ambiente pode ajudar a trazer segurança e clareza. Manter a casa limpa e organizada, retirar objetos quebrados e deixar a entrada livre são dicas para qualquer época. Agosto não é condenado pelo calendário; a nossa forma de lidar com os desafios é que faz a diferença.

Re Cámp


