Integração entre órgãos municipais garante uma atuação preventiva, contínua e mais eficiente nas ruas do Rio
Pedro Angelito faz um balanço dos seis meses à frente da Subprefeitura da Zona Sul. Foto: Divulgação
Seis meses à frente da Subprefeitura da Zona Sul, Pedro Angelito faz um balanço do trabalho realizado e defende uma atuação do poder público baseada em presença, planejamento e capacidade de antecipação.
A rotina dos bairros do Rio de Janeiro exige mais do que reações a problemas pontuais. A rua onde o morador leva o filho à escola, o comércio local e o trajeto de volta para casa dependem de uma infraestrutura urbana que funcione com precisão.
Foi para atender a essa demanda com agilidade que a Prefeitura do Rio criou, em 2023, o Programa Corredores de Excelência. Criado inicialmente na Zona Sul onde vivem mais de 611 mil moradores, segundo o IBGE, além das centenas de milhares de trabalhadores que circulam diariamente -, o programa foi desenhado com uma lógica direta: em vez de serviços fracionados, reunir uma equipe integrada durante três dias seguidos em uma mesma via. Nos últimos meses, já são mais de 20 ruas contempladas. Em cada corredor, são concentradas diferentes ações de zeladoria, conservação, ordenamento e manutenção. A ideia é simples: trabalhando de forma integrada, a resposta chega mais rápido a quem precisa.
Comlurb, Secretaria de Conservação, Rioluz, Ordem Pública, Guarda Municipal e CET-Rio atuam de forma simultânea. Da desobstrução de ralos e bueiros ao manejo e poda preventiva de árvores, tapa-buraco, lavagem do asfalto, modernização da iluminação e fiscalização do trânsito, a rua passa por uma intervenção completa.
Essa atuação conjunta ganha peso estratégico diante dos desafios climáticos. Eventos de chuvas intensas e forte calor exigem prevenção contínua. Manter o sistema de drenagem limpo e a arborização bem cuidada impacta diretamente a capacidade do bairro de responder aos temporais e ao aumento das temperaturas. Concentrar equipes em uma única via permite preparar a cidade antes que o evento climático aconteça.
A ação otimiza os recursos públicos e acelera o atendimento aos chamados do 1746. Das vias mais movimentadas às ruas residenciais e áreas comunitárias, o nível de exigência é o mesmo. Excelência, aqui, não é privilégio de nenhum CEP é o padrão de qualidade que qualquer cidadão tem o direito de encontrar ao pisar na calçada.
O sucesso desse método fez a iniciativa dar seu passo mais importante: o que começou como uma operação regional foi oficializado pela Prefeitura como política pública municipal.
O papel da Subprefeitura é estar onde a vida urbana acontece, acompanhando de perto, ouvindo moradores e garantindo que o serviço público seja justo, preventivo e resolutivo. É garantir que a infraestrutura funcione onde a vida realmente se desenrola: no caminho de cada carioca, em qualquer canto do Rio.
Pedro AngelitoSubprefeito da Zona Sul



