04 de agosto de 2026

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Brasil tem 7 candidatos a vilas turísticas da ONU

Geral Turismo 04/08/2026 13:49 Amanda Dalfovo, KNN Idiomas

Sete destinos brasileiros concorrem ao selo Best Tourism Villages 2026 da ONU Turismo, que reconhece comunidades rurais que preservam cultura e natureza. Entre os candidatos estão Araçá (SC), Conceição de Ibitipoca (MG) e Lençóis (BA). O programa já certificou 319 vilas em 65 países, e o Brasil já tem dois vencedores: Testo Alto (SC) e Antônio Prado (RS).

Sete destinos de cinco estados brasileiros foram escolhidos para representar o país no Best Tourism Villages 2026, um prêmio da ONU Turismo. Esse selo é dado a comunidades rurais que usam o turismo para preservar sua cultura, proteger o meio ambiente e melhorar a vida dos moradores.

Os candidatos são: a comunidade do Araçá, em Porto Belo (SC); o distrito de Conceição de Ibitipoca, em Lima Duarte (MG); a cidade de Delfinópolis (MG); Holambra (SP); São José do Barreiro (SP); Lençóis (BA); e Vila Flores (RS). O resultado sai até o fim de 2026.

  • O prêmio já existe desde 2021 e já recebeu mais de mil inscrições de cem países.
  • Hoje, 319 vilas em 65 países têm o selo, espalhadas pelas Américas, África, Ásia, Europa e Oriente Médio.
  • O Brasil já teve dois vencedores: Testo Alto, em Pomerode (SC), e Antônio Prado (RS).
  • Os destinos são avaliados por especialistas em cultura, natureza, sustentabilidade, infraestrutura e bem-estar da população.
  • Falar inglês é importante para receber turistas estrangeiros e divulgar as experiências locais.

Cada um desses lugares tem uma história especial. O Araçá vive da pesca artesanal e da comida de frutos do mar. Conceição de Ibitipoca, Delfinópolis e Lençóis têm trilhas, cachoeiras e ecoturismo. Holambra mantém a cultura holandesa e a produção de flores. São José do Barreiro une fazendas antigas, Mata Atlântica e a história do café. Vila Flores valoriza a imigração italiana, o turismo rural e a comida típica.

Para o especialista Reginaldo Kaeneêne, da KNN Idiomas, estar em um projeto global pode ajudar essas comunidades a atrair mais visitantes e parcerias. Ele explica: Um destino precisa conseguir contar sua própria história para ser entendido lá fora. Falar inglês permite mostrar as tradições locais, explicar as experiências e conversar com turistas, jornalistas e operadores internacionais.

Reginaldo sugere que o aprendizado do inglês pode começar pelo que cada lugar tem de único. Por exemplo, um guia de Lençóis pode aprender a falar sobre as trilhas, um produtor de Delfinópolis pode apresentar o Queijo Canastra, e um morador do Araçá pode contar sobre a pesca. Ele afirma: Na KNN, usamos uma metodologia feita para quem fala português e priorizamos a conversação desde o começo, para que o aluno aplique o idioma no trabalho.