Levantamento do IPC Maps mostra que o consumo na área de saúde deve crescer 7% até o fim de 2026, chegando a R$ 537,5 bilhões. Só com planos de saúde e tratamentos, a previsão é de R$ 279,7 bilhões; já com medicamentos, R$ 257,8 bilhões. São Paulo lidera os gastos, seguido por Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná. O número de farmácias no país também aumentou, com quase 4 mil novos estabelecimentos, totalizando 127 mil.
Até o final de 2026, as famílias brasileiras vão gastar 7% a mais com tratamentos, planos de saúde e medicamentos em relação ao ano passado. Segundo a Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo brasileiro, esse valor chegará a R$ 537,5 bilhões.
Os cálculos incluem despesas com medicamentos, itens para curativos, além de bens e serviços relacionados a planos de saúde e tratamentos médicos e odontológicos.
- O total de R$ 537,5 bilhões é o maior já registrado na série histórica do IPC Maps.
- São Paulo lidera os gastos, com R$ 163,7 bilhões, seguido por Minas Gerais (R$ 62,5 bi), Rio de Janeiro (R$ 51,7 bi), Rio Grande do Sul (R$ 35,5 bi) e Paraná (R$ 27,7 bi).
- Quase 4 mil farmácias foram abertas no último ano, totalizando cerca de 127 mil unidades em todo o país.
- O setor de saúde representa uma parcela significativa do orçamento familiar, com destaque para planos de saúde e medicamentos.
- O estudo também revela que as classes sociais mais baixas têm maior comprometimento de renda com saúde.
O levantamento projeta que R$ 279,7 bilhões serão gastos apenas com planos de saúde e tratamentos médicos e odontológicos, enquanto R$ 257,8 bilhões serão destinados à compra de remédios.
Na liderança do ranking nacional, o estado de São Paulo responderá por mais de R$ 163,7 bilhões dos gastos com saúde; seguido por Minas Gerais com R$ 62,5 bilhões; Rio de Janeiro e seus R$ 51,7 bilhões; Rio Grande do Sul, na quarta posição, totalizando R$ 35,5 bilhões; e finalmente, Paraná representando R$ 27,7 bilhões nas despesas no setor.
Também em alta, está a quantidade de farmácias no Brasil. Do ano passado para cá, quase 4 mil estabelecimentos foram criados, totalizando hoje cerca de 127 mil unidades.
Sobre o IPC Maps
Publicado anualmente pela IPC Marketing Editora, empresa que utiliza metodologias exclusivas para cálculos de potencial de consumo nacional, o IPC Maps destaca-se como o único estudo que apresenta em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo por categorias de produtos para cada um dos 5.571 municípios do país, com base em dados oficiais, por meio de versões em softwares de geoprocessamento. Este trabalho traz múltiplos indicativos dos 22 itens da economia, por classes sociais, focados em cada cidade, sua população, áreas urbana e rural, setores de produção e serviços etc., possibilitando inúmeros comparativos entre os municípios, seu entorno, estado, regiões e áreas metropolitanas, inclusive em relação a períodos anteriores. Além disso, apresenta um detalhamento de setores específicos a partir de diferentes categorias.

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