A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) iniciou um projeto-piloto para prevenir os efeitos do El Niño na rede de saúde suplementar do Brasil. O objetivo é evitar sobrecargas e problemas, agindo antes que eles aconteçam. A ação foi anunciada pelo diretor Andrey Lucas em um evento em São Paulo.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) criou um projeto-piloto para se preparar e evitar que o fenômeno El Niño cause problemas na saúde suplementar do Brasil. A ideia é agir antes que os problemas apareçam, em vez de apenas consertar os danos depois. A informação foi dada pelo diretor-adjunto Andrey Lucas Macedo Corrêa, em um evento em São Paulo.
O projeto começou com um estudo detalhado para entender a situação e identificar o que precisa ser feito primeiro. Uma das primeiras ações foi melhorar a comunicação entre hospitais, planos de saúde e o governo, criando canais para trocar informações e experiências. Eles também estão aprendendo com lugares que já passaram por desastres climáticos.
- O projeto foca em ações preventivas para evitar que a rede de saúde fique sobrecarregada.
- A saúde mental das pessoas afetadas e dos profissionais de saúde é uma preocupação central.
- A ANS quer sair da lógica de só resolver problemas depois que eles acontecem.
- O plano inclui melhorar a comunicação entre hospitais, planos de saúde e o governo.
- Eles estão estudando exemplos de outros lugares que já enfrentaram problemas climáticos.
O diretor Andrey explicou que os impactos dessas emergências vão além do que se vê, trazendo problemas psicológicos para profissionais de saúde e para as comunidades. Por isso, a saúde mental é um ponto muito importante no projeto.
Mudança de postura
Para o diretor, essa iniciativa mostra uma mudança importante na forma de trabalhar da ANS: em vez de apenas remediar problemas, eles querem agir de forma proativa e preventiva. Ele disse que a política pública preventiva pode não ter um apelo imediato, mas é a mais eficaz.
Consulta pública sobre regras
Andrey também falou sobre a consulta pública 170, que trata das regras entre planos de saúde e hospitais, clínicas e laboratórios. Agora, eles vão abrir discussões com o setor para encontrar pontos em comum e estão analisando milhares de sugestões.
Entre as sugestões estão as enviadas pela FESAÚDE e SindHosp, que pedem mais segurança e previsibilidade nas regras, com prazos claros e procedimentos definidos. O presidente dessas instituições, Francisco Balestrin, disse que as sugestões ajudam a fortalecer a segurança jurídica.
O diretor-adjunto explicou que a ANS não tem pressa para finalizar o texto da nova regra. O objetivo é fazer um texto completo e depois levá-lo para a diretoria colegiada aprovar.

Saúde Imagem gerada por IA


