A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) está pedindo a libertação imediata de todos os profissionais de saúde palestinos que foram presos de forma injusta por Israel. Há um ano e meio, o Dr. Hussam Abu Safiya, diretor de um hospital em Gaza, está isolado em uma cela solitária. MSF está revoltada com o tratamento cruel dado a ele e a outros médicos, que estão detidos em condições precárias, sem motivo justo. A organização se junta a outros apelos mundiais para que esses profissionais sejam soltos.
Há um ano e meio, o Dr. Hussam Abu Safiya, diretor do Hospital Kamal Adwan, em Gaza, permanece preso em uma cela solitária. A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) está indignada com o tratamento dado a ele e a outros profissionais de saúde, que estão sendo mantidos presos em condições muito ruins, sem nenhuma justificativa ou motivo. A MSF se junta a pedidos de todo o mundo para que eles sejam libertados imediatamente. Colocar o Dr. Abu Safiya em isolamento e os relatos de tortura fazem parte de um padrão preocupante de perseguição a médicos pelas autoridades de Israel em toda a Palestina.
- O Dr. Hussam Abu Safiya, diretor de um hospital em Gaza, está preso em uma cela solitária há um ano e meio.
- 95 profissionais de saúde palestinos continuam detidos por Israel desde outubro de 2023.
- Mais de 1.700 profissionais de saúde foram mortos no mesmo período, incluindo 15 colegas da MSF.
- O cirurgião Dr. Mohammed Obeid, da MSF, está preso em Israel há mais de 600 dias, sem contato com a família.
- A MSF considera o silêncio de líderes mundiais sobre essas prisões como uma forma de cumplicidade.
O caso dele não é isolado. De acordo com o Healthcare Workers Watch, 95 profissionais de saúde palestinos continuam presos pelas autoridades israelenses desde outubro de 2023. No mesmo período, 1.700 foram mortos, entre eles 15 colegas da MSF.
O cirurgião ortopedista da MSF, Dr. Mohammed Obeid, está preso em Israel há mais de 600 dias, em condições difíceis e sem qualquer contato com a família. Ele foi preso em 26 de outubro de 2024 pelas forças israelenses enquanto trabalhava no Hospital Kamal Adwan, no norte de Gaza, na Palestina. A organização continua pedindo a libertação imediata e sem condições dele.
A prática de prender de forma injusta, torturar e maltratar médicos palestinos em Israel é inaceitável. Por muito tempo, muitos líderes mundiais deixaram de condenar a conduta de Israel na Palestina. O silêncio se tornou cumplicidade.
Pedimos a libertação imediata de todos os profissionais médicos presos injustamente. Até que sejam libertados, eles devem ter garantido o acesso a cuidados médicos adequados e a condições de detenção dignas.

Médicos Sem Fronteiras


