11 de julho de 2026

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Dançarina faz apresentação em enterro de dona de boate

Geral ABSURDO 11/07/2026 14:30 EXTRA - Folhamax folhamax.com

Uma dançarina de pole dance foi contratada para se apresentar no funeral de uma mulher que era dona de uma boate famosa em Amsterdã, na Holanda. A homenagem aconteceu ao som da música 'The Show Must Go On', da banda Queen, e o vídeo já tem mais de 5 milhões de visualizações.

Um enterro que virou festa: uma dançarina de pole dance foi contratada para se apresentar no funeral de uma mulher que, com o marido, administrava uma boate lendária no Bairro da Luz Vermelha de Amsterdã, na Holanda. A homenagem aconteceu no velório da dona do estabelecimento.

  • A dançarina se apresentou ao som de 'The Show Must Go On', do Queen, e o vídeo já ultrapassa 5 milhões de visualizações.
  • O marido da dona da boate, que morreu em 1993, foi exumado para que o casal fosse cremado junto.
  • O agente funerário Lede Hoorn disse que a apresentação foi uma homenagem carinhosa, e não tinha a intenção de chocar.
  • A dançarina, que tem medo da morte, conseguiu fazer a performance sem problemas.
  • O agente funerário afirmou que o funeral foi uma prova de que um enterro não precisa ser 'padrão'.

O vídeo foi postado no perfil de Lede Hoorn, agente funerário do Crematório De Nieuwe Ooster, em Amsterdã. Ao som de 'The Show Must Go On', da banda britânica Queen, a gravação viralizou e já ultrapassa 5 milhões de visualizações.

O marido, que faleceu em 1993, foi exumado para que o casal pudesse ser cremado junto.

"A dançarina não tinha a intenção de chocar, mas sim de fazer uma homenagem carinhosa a duas pessoas que comandavam uma boate lendária em Wallen", disse Lede ao 'Daily Star'.

"Foi exatamente como eles queriam. Como agente funerário, pensei que já tinha visto de tudo, mas recebi o telefonema de um casal perguntando se poderíamos exumar o marido, enterrado em 1993, e cremá-lo para que suas cinzas fossem espalhadas com as da esposa", completa.

Lede comentou que a boate era um verdadeiro 'negócio de família':

"Quando perguntei se algo do trabalho dos pais poderia ser refletido no funeral, eles hesitaram."

Dias depois, recebeu a ligação: contratariam uma dançarina de pole dance para 'animar' o momento, celebrando os anos dedicados à boate.

Por acaso, a dançarina 'morre de medo' da morte, mas conseguiu performar sem problemas.

"Foi emocionante, corajoso e sincero. E, para mim, a prova de que um funeral nunca precisa ser 'padrão'", disse o agente funerário.