A Justiça do Rio de Janeiro mandou parar as atividades de uma plataforma de apostas esportivas que funcionava sem autorização da Loterj. A empresa usava o nome e a imagem da loteria estadual para parecer legal e enganar os clientes.
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) conseguiu na Justiça uma decisão para impedir que uma plataforma de apostas esportivas continuasse funcionando. A empresa estava operando sem a autorização necessária da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (Loterj).
- A empresa usava o nome e o logo da Loterj para enganar os clientes e parecer que era autorizada.
- Ela foi desclassificada no processo de credenciamento da Loterj, mas mesmo assim continuou a operar.
- A Justiça mandou bloquear os sites e proibiu a criação de novas plataformas sem autorização.
- Também foi ordenado o bloqueio de pagamentos feitos para as plataformas ilegais.
- A empresa criou documentos falsos para tentar enganar as autoridades e os clientes.
A ação judicial foi feita pela 7ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Patrimônio Público e da Cidadania da Capital. Ela descobriu que a empresa Digital Dreams Soluções Tecnológicas em Sistemas e Entretenimentos falsificou documentos para fingir que tinha a permissão da Loterj para explorar as apostas.
Na decisão, a Justiça determinou a parada imediata de todas as apostas que não tinham autorização do governo. A empresa e os outros envolvidos no processo são os alvos principais. Também foram tomadas medidas para desmontar a estrutura do grupo, como identificar os donos dos sites, bloquear o acesso às páginas investigadas, proibir a criação de novas plataformas de apostas sem autorização e bloquear os pagamentos ligados a esses sites.
De acordo com a ação, a empresa usava o nome e a imagem da Loterj de forma errada para passar credibilidade e parecer que estava tudo regular, mesmo depois de ter sido considerada inabilitada no processo de credenciamento da autarquia.
A promotoria também mostrou que a operação envolvia uma rede de sites de apostas, empresas e pessoas que trabalhavam juntos para manter o negócio funcionando.

Fernando Frazão/Agência Brasil



