22 de junho de 2026

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4 vinhos rosé especiais para celebrar o Dia Internacional da bebida

Geral Vinho 22/06/2026 09:07 Alline Magalhães (Hercog Comunicação e Estratégia)

O Dia Internacional do Rosé é comemorado toda quarta sexta-feira de junho, e neste ano a data é em 26 de junho. Para celebrar, um especialista em vinhos escolheu quatro rótulos diferentes para mostrar que essa bebida vai muito além do verão e pode ser apreciada o ano inteiro, combinando com diversos pratos e momentos.

Celebrado toda quarta sexta-feira de junho, o Dia Internacional do Rosé é um convite para brindar um dos estilos mais charmosos, elegantes e versáteis do mundo do vinho. Neste ano, a data acontece no dia 26 de junho e chega para reforçar a relevância de uma categoria que já ultrapassou a ideia de vinho sazonal e conquistou espaço definitivo nas taças ao longo do ano.

  • O Dia Internacional do Rosé foi criado na região da Provence, no sul da França, que é conhecida mundialmente por seus rosés delicados e frescos.
  • O vinho rosé pode ser produzido de três formas diferentes: prensagem direta, maceração curta e sangria, cada uma dando um estilo diferente à bebida.
  • O especialista Diego Peres Ávila, da Bodegas Grupo Wine, selecionou quatro rótulos para mostrar a versatilidade do rosé.
  • Os vinhos rosés podem ser leves e refrescantes ou mais encorpados e gastronômicos, combinando com diversos pratos.
  • O champanhe rosé é feito de uma forma diferente: ele pode ser produzido misturando um pouco de vinho tinto ao vinho branco base.

A celebração tem origem na Provence, no sul da França, região que se tornou referência mundial na produção de rosés delicados, frescos e sofisticados. Foi ali que o estilo ganhou identidade própria e passou a ser associado à elegância, leveza e ao prazer descomplicado que hoje definem o rosé em diferentes partes do mundo, diz Diego Peres Ávila, da Bodegas Grupo Wine, importadora reconhecida pelo pioneirismo na distribuição digital para o mercado B2B.

Mais do que uma tendência ligada ao calor, o rosé se consolida como um vinho atemporal. Ele transita com facilidade entre ocasiões informais e momentos gastronômicos, acompanhando desde uma taça à beira da piscina até brunches, almoços leves ou jantares bem harmonizados, inclusive nos meses mais frios.

Como o vinho rosé é feito

Segundo Diego, essa versatilidade corresponde às uvas utilizadas para a elaboração do vinho, bem como seu nível de maturação e terroir. Além disso, também tem relevância os métodos de elaboração. Os rosés podem ser produzidos por prensagem direta, maceração curta e sangria. Cada técnica resulta em estilos distintos, que vão dos mais leves e refrescantes aos mais estruturados e gastronômicos, explica.

Pensando nessa diversidade, o especialista selecionou quatro rótulos do portfólio da importadora que traduzem diferentes expressões do rosé e mostram como a categoria pode acompanhar múltiplos momentos de consumo.

Os quatro rótulos de vinho rosé para conhecer

O Chac Chac Malbec Rosé representa o lado mais leve, jovem e refrescante. Elaborado pela Viña Las Perdices, em Mendoza, traz a Malbec em uma expressão frutada, delicada e vibrante, com vinificação em tanques de aço inox para preservar o frescor e pureza aromática. É um rótulo versátil, que não exige grandes formalidades, mas acompanha muito bem entradas e pratos leves, como bolinhos de arroz, iscas de peixe empanado e tábuas de queijos em momentos descontraídos.

Já o Insaciable D.O.Ca. Rioja Garnacha Rosé mostra como os rosés também podem ter personalidade e estrutura. Elaborado pela tradicional Bodegas D. Mateos em uma das denominações de origem mais reconhecidas da Espanha, a D.O.Ca. Rioja, é um rótulo que passa por fermentação em barricas de carvalho e amadurecimento de quatro meses com bâtonnage semanal. Moderno, gastronômico e cheio de presença, harmoniza muito bem com pratos mais intensos, como lombo assado com tomate e ervas, paella e risoto de tomate seco com rúcula.

Outro rótulo que evidencia a estrutura que um rosé pode alcançar é o Schola Sarmenti Masserei I.G.T. Salento Negroamaro Rosé. Produzido na Puglia, no sul da Itália, a partir da uva Negroamaro, uma das variedades mais antigas e emblemáticas da região, apresenta corpo médio, boa textura e excelente integração entre fruta, frescor e volume em boca. É uma ótima opção para acompanhar pratos como nhoque de batata com manteiga e sálvia ou tender assado com cravo e mel.

E para mostrar a versatilidade absoluta da categoria, o Champagne Montaudon Grande Rosé traz o rosé em sua expressão mais celebrativa. Em Champagne, diferentemente da maioria das regiões produtoras de vinhos tranquilos, é permitido elaborar rosés por assemblage, com a adição de uma proporção de vinho tinto ao vinho-base branco. Este exemplar da vinícola Montaudon é um blend que inclui Pinot Noir e Meunier, sendo uma parte dessas uvas fermentadas como vinho tinto, além de Chardonnay e vinhos de reserva. O resultado é um champanhe frutado, elegante e de acidez agradável, perfeito para brindar diferentes momentos, especialmente quando bem acompanhado.