A Polícia Federal começou uma grande operação chamada Força Integrada II para prender bandidos de facções criminosas que atuam com tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro. A ação acontece em 16 estados brasileiros e já tem 71 mandados de prisão e 165 de busca e apreensão para serem cumpridos. Policiais de várias forças, como Polícia Federal, Civil, Militar e outros, estão trabalhando juntos para combater o crime organizado.
A Polícia Federal (PF) começou, nesta terça-feira (12), a Operação Força Integrada II para acabar com facções criminosas que praticam tráfico de drogas e de armas e lavagem de dinheiro.
As ações estão acontecendo em 16 estados e a polícia quer cumprir 165 mandados de busca e apreensão e 71 de prisão. Os estados são: Espírito Santo, Ceará, Amapá, Minas Gerais, Rondônia, Acre, Sergipe, Tocantins, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Rio de Janeiro.
- A operação conta com a ajuda de policiais de várias forças, como Polícia Federal, Civil, Militar e outras.
- O objetivo principal é prender bandidos de facções que controlam o tráfico de drogas e armas em vários estados.
- 71 pessoas já têm mandado de prisão e podem ser presas a qualquer momento.
- As FICCO's são grupos especiais que juntam diferentes polícias para lutar contra o crime organizado.
- Esta é a segunda fase da operação Força Integrada, mostrando que o trabalho contra o crime continua.
A operação está sendo feita por policiais das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO's) de Segurança Pública, que trabalham juntos e são coordenados pela PF.
O que são as FICCO's
As FICCO's foram criadas como um grupo de trabalho para fortalecer a luta contra as organizações criminosas. A ideia é que várias instituições de segurança pública trabalhem juntas.
Participam dessa ação as polícias civis, militares e penais, guardas municipais, Polícia Rodoviária Federal, Senappen e secretarias de segurança pública estaduais. Todos trabalham juntos, coordenados pela Polícia Federal, sem uma hierarquia entre as instituições.

© Polícia Federal/divulgação


