O último grupo de passageiros do navio de cruzeiro que teve um surto de hantavírus desembarcou em Tenerife, nas Ilhas Canárias. Eles serão levados para a Austrália e a Holanda em voos ainda nesta segunda-feira (11). A Organização Mundial da Saúde afirma que o risco para o público é baixo e que não se trata de outra Covid-19.
O último grupo de passageiros do navio de cruzeiro que registrou um surto de hantavírus desembarcou da embarcação, que está atracada em Tenerife, nas Ilhas Canárias, território da Espanha.
- O surto aconteceu a bordo do navio MV Hondius, e as autoridades agiram rápido para isolar os passageiros.
- O hantavírus é transmitido principalmente por roedores e pode causar problemas respiratórios graves.
- Os passageiros desembarcados são considerados de alto risco e serão monitorados de perto.
- O navio e a tripulação seguirão para Rotterdam, na Holanda, para desinfecção completa.
- A OMS afirma que a situação não é comparável à pandemia de Covid-19, mas exige cuidados.
Esses passageiros irão para a Austrália e a Holanda em voos ainda nesta segunda-feira (11).
O navio e sua tripulação devem seguir viagem para Rotterdam, na Holanda, onde a tripulação desembarcará e o navio será desinfetado.
A previsão é de que a viagem dure cerca de cinco dias, segundo a operadora de turismo Oceanwide Expeditions.
O hantavírus continua representando um baixo risco para o público em geral, afirmou a Organização Mundial da Saúde. Segundo seu diretor, "não se trata de outra Covid-19".

Passageiros do MV Hondius, navio de cruzeiro afetado com o hantavírus, desembarcam em Tenerife, nas Ilhas Canárias - Reuters


