Pela primeira vez em duas décadas, país terá governo de direita, mas com diferentes graus de ruptura com administrações anteriores da esquerda
É praticamente consenso entre analistas na Bolívia: independentemente de quem triunfar nas urnas no segundo turno das eleições deste domingo (19), o futuro presidente do país terá a dura tarefa de promover reformas estruturais para começar a tirar o país da profunda crise em que está imerso.
Em um primeiro turno histórico, os bolivianos encerraram quase duas décadas de governos do MAS (Movimento ao Socialismo)

Candidato presidencial pelo partido Alianza Libre, Jorge Tuto Quiroga, discursa durante comício de encerramento da campanha eleitoral em 15 de outubro de 2025



